Plastiki, o barco de garrafas plásticas de David de Rothschild chega em Sydney – Completa a viagem!

Após velejar mais de 8.000 milhas náuticas e gastos 128 dias cruzando o Pacífico em um barco feito de 12.500 garrafas de plástico PET, o Plastik Expedição e sua tripulação chegou com segurança e sucesso no destino planejadoem Sydney, em meio a aplausos de boas-vindas e apoio.


Apesar dos desafios do design inicial (de Rothschild insistiu que as garrafas poderiam ser proeminentemente no barco em sua forma original) em relatórios no domingo de que o Plastiki enviou um pedido de assistência a 200 milhas náuticas  da Austrália, o grupo insiste que nunca foi em grave perigo.

O barco sem motor solicitou uma escolta, pois os ventos não eram fortes o suficiente para que  progredisse. Mesmo assim, foi sem  dramas no “alto no alto mar”, diz Rothschild, e considerando que mesmo a tripulação do Plastiki admite a
“A natureza imprevisível das capacidades de navegação do Plastiki” – o barco pode  faz jibe (camba a vela) e nunca o tack (virar de bordo), e é extremamente difícil de navegar – nós estamos muito impressionado.

A inspiração veio da Expedição Kon-tiki de 1947 de Thor Heyerdal’s , a tripualção do Plastiki’ inclui  David de Rothschild, o skipper Jo Royle, e Olav Heyerdahl, neto de Thor.Maiores informações: http://edition.cnn.com/SPECIALS/plastiki/.

Desafio Fenício- Episódio 5. Phoenicia na fronteira entre Arábia Saudita e Iêmen.

Após terem consertado o eixo do motor, Phoenicia fez outra parada estratégica ainda em águas da Arábia Saudita, esperando vento de 25 nós passar. Agora se prepara para entrar em águas do Iêmen. Enquanto isto em Aden, Yuri ajuda Sam Bouquet a preparar seu veleiro Cindik para voltar a Turquia. A bordo Sam e seu pai, o primeiro capitão dos navios do Greenpeace, na ong desde 1978.

Sam Bouquet e sua esposa construiram o veleiro Cindik na Cornuália, Inglaterra. Após terem velejado até a Turquia, o barco estava descendo para a ilha Diego Garcia, onde Sam iria encontrar seu pai, Peter Bouquet, o primeiro capitão dos barcos do Greenpeace. Eles iam protestar contra o crime que o governo britânico cometeu contra os habitantes da ilha, em 1966, mas que até hoje não foi reparado. Cindik não conseguiu chegar a Diego Garcia, mas o barco do pai, Peter, sim, e em março de 2008 eles foram presos por protestarem contra a vergonhosa retirada dos habitantes da ilha.

A ilha fica situada no arquipélago de Chagos, a leste de Seychelles, e é possessão britânica desde 1815. Os Chagosianos eram descendentes de escravos. No século XX eram cerca de 2.000 habitantes, e viviam uma vida simples porém paradisíaca, com abundância de frutos do mar, trabalho em plantações de coco, e boa educação para os filhos.

Em 1961 os americanos decidiram ter uma base militar no Oceano Índico e escolheram Diego Garcia. Como eles exigiram que a ilha estivesse vazia, em 1966 o governo inglês, para acomodar seu maior aliado, cometeu um dos piores atos de crueldade da atualidade. Alugaram a ilha para os EUA por 1 dólar ao ano, mais um pagamento de 14 milhões de dólares, em forma de mísseis nucleares submarinos Polaris. Documentos oficiais inglês justificaram a decisão descrevendo os habitantes como tarzans e selvagens do tipo sexta-feira (em referência ao livro Robinson Crusoé). Os oficiais britânicos então fecharam as plantações deixando os ilhéus sem trabalho. Deram viagens de férias gratuitas para a vizinha ilha Mauritius, e proibiram seu regresso ao lar, simplesmente abandonando-os sem qualquer compensação ou ajuda. Em 1971 soldados americanos armados expulsaram os últimos habitantes da ilha, não permitindo sequer que pegassem objetos pessoais em suas casas. As tropas britânicas queimaram as casas, mataram todos animais de criação, e prenderam 800 cachorros das famílias em uma casa grande, ligaram tubos de exaustão dos motores dos carros e simplesmente asfixiaram todos os animais de estimação. Todos foram levados então para barca de carga, e por seis dias navegaram com escravos para Mauritius, onde foram abandonados no Pier de Port Louis.

Impotentes contra a covardia de americanos e ingleses, os Chagosianos se transformaram entao em alcólatras, drogados, prostitutas e mendigos, sendo até hoje párias da sociedade de Mauritius. Diego Garcia é hoje a maior base militar americana fora dos Estados Unidos. Dali sairam bombardeiros para o Iraque e Afeganistão, e a base é chamada Pegada da Liberdade, e acredita-se que seu centro de detenção e tortura seja o mais mais secreto dos EUA.

Apesar de terem ganho diversas vezes na justiça britânica, e o Alto Comissariado da ONU ter declarado que a expulsão dos habitantes foi ilegal, os ilhéus ainda não foram compensados, e nem podem voltar a seu lar. Deste protesto, o barco de Peter Bouquet foi apreendido e ele preso pelas autoridades britânicas na ilha. O caso continua em processo.
Mais informações no site www.peoplesnavy.com.

Phoenicia enfrenta vento de Sudeste.
Preparando sistema A Frame para levantar mastro.
Pessoal do estaleiro ajudando a erguer o mastro.
Mastro em pé, Yuri Sanada e Sam Bouquet.
Ação dos pioneiros do Greenpeace em Diego Garcia.
Cindik esperando maré baixa para ter casco limpo.
Sam Bouquet é construtor de barcos históricos.
Limpando cracas, enquanto Phoenicia não vem…
O barco parte para Turquia semana que vem.

Phoenicia em Hodeida

Os ventos acalmaram no Mar Vermelho, e Phoenicia chegou ao porto de Hodeida no Iêmen, para reabastecer e continuar viagem rumo a Aden. Veja também outros aspectos da vida neste que é um dos mais tradicionais países árabes.

Como atualmente no Iêmen as mulheres usam a Abaia, a roupa toda preta com véu no rosto, e não se enfeitam para não chamar a atenção, estas peças não tem mercado. Assim os modernos artesãos desmontam os delicados detalhes e fazem pequenas jóias, como brincos, anéis e colares, com prata de 250 anos de idade.

Enfeites de janelas tradicionais, moldura de gesso
e vidros coloridos, a Qamariya
presentes em quase todas as casas.
Pães assados na hora servidos em todas refeições.
Os jornais são importados pois os periódicos locais podem conter passagens do Alcorão, e não devem ser sujas pela comida.
Antigos adornos usados em festas típicas.
Jóias em prata feitas por judeus séculos atrás.

 

Phoenicia: Fase 1 concluída.

O Phoenicia chegou a Hodeidah uma semana atrás, dia 12 de janeiro, após ter tentado sem sucesso chegar ao porto de Aden, no sul do Iêmen. Aqui o barco vai ficar guardado por alguns meses até a época certa para continuar o projeto, no segundo semestre de 2009.

A primeira fase do projeto está concluída com a chegada ao Iêmen. A previsão original era continuar a circunavegação do continente africano em um ano, mas com os atrasos enfrentados pela expedição, o projeto teve que ser alterado. Como o barco tem velas quadradas, desenhadas 2600 anos atrás, é impossível navegar contra o vento.

Ao sair da Síria em agosto de 2008, algumas semanas foram perdidas com atrasos na construção. Depois o projeto teve que ser interrompido no Egito, pois os lemes constantemente saiam da sua posição em mar mais agitado. O Phoenicia é baseado no naufrágio Jules Verne 7, encontrado em Aix en Provence, na França. Embora muitos detalhes sejam conhecidos pela descoberta arqueológica, o sistema dos lemes nunca foi realmente encontrado. Assim, após estas primeiras duas mil milhas marítimas, a expedição encontrou a solução para este problema milenar, de como as embarcações fenícias eram dirigidas.

O porto de Hodeidah oferece abrigo natural ao Phoenicia, porém não é um local preparado para receber pequenas embarcações. Assim o barco tem que ficar mudando constantemente de posição, de acordo com a entrada e saída dos grandes navios cargueiros. Uma das situações mais difíceis é que constantemente cereais são descarregados dos navios, e o ar fica impregnado com a poeira da casca dos grãos. Isto torna impossível manter o barco limpo. E a tripulação já sofre com alergias da sujeira.

Como o Phoenicia não possui as facilidades de uma embarcação moderna, como ducha a bordo, e o porto não oferece nenhuma estrutura, temos tomado banho nos rebocadores, cujas tripulações são bem amigáveis. As vezes os rebocadores são chamados repentinamente para ajudar nas manobras dos navios pelo estreito canal de Hodeidah. Neste caso, se tiver alguém no banho, este tripulante do Phoenicia ganha um passeio pelo porto.

Enquanto esperamos pela decisão das autoridades portuárias sobre o futuro do Phoenicia, o tempo passa lentamente. O barco está sendo preparando para a longa estadia, e como o verão nesta parte do mundo chega a 45 graus com sol causticante, tudo tem que ser armazenado dentro da cabine. O barco só tem duas velas quadradas, uma principal e outra menor para tempestades. Elas terão que ser lavadas antes de descer. Os cabos são de fibras naturais, e os que ficarão fora, com os que sustentam o mastro, terão que ser pintados com resina de pinheiro. Aliás, todo o barco será pintado com esta resina, para garantir impermeabilidade. Conseguimos comprar a resina aqui em forma de cristal, que tem que ser cozido por horas até ficar em forma liquida.

O barco chegou a Hodeidah com oito tripulantes, mas quatro já deixaram o barco. Infelizmente, destes, três tripulantes tiveram problemas com as autoridades, por não entenderem o sistema de distribuição voluntária de rendas. Assim por três dias eles ficaram confinados ao barco, aguardando a permissão para viajar para a capital Sanaa. Quando autorização finalmente chegou, tiveram que ser escoltados por um guarda armado até o aeroporto de Sanaa, numa viagem de 6 horas. No aeroporto foram detidos pela imigração por mais algumas horas, até finalmente serem liberados para visitar a capital do Iêmen, e de lá voarem para casa.

Devido a este e a outros problemas, como a desconfiança pela autoridade portuária de que o Phoenicia precisa de no mínimo 5 pessoas para ser manobrado, também tive minha saída do barco negada. Como o fim de semana aqui é na quinta e sexta-feira, só devo ser liberado para ir a Sanaa no sábado. Tinha encontro no Ministério da Informação no sábado, sobre a continuidade do projeto mais tarde neste ano, mas terá que ser remarcado. Assim, por hora estou confinado ao braço, com permissão para ir à cidade uma vez por dia, para internet e compras, conduzido por um guarda. Nunca iria adivinhar que após sete semanas no Iêmen, minha última semana seria em regime de prisão semi-aberta, mas enfim, uma expedição de aventura é assim mesmo, encontrar o imprevisto, e enfrentar com bom humor, muita criatividade, e não ter medo de sujar as mãos…

Iêmen, Emirados e UK.

A primeira fase da Expedição Phoenicia termina no Iêmen, com o barco seguro no porto de Hodeidah. Alguns contratempos seguraram os tripulantes presos no porto. Após o Iêmen, o projeto continuou em pesquisas no Reino Unido. Em setembro a viagem ao redor da África continuará.

Phoenicia na esquina do porto de Hodeidah.

Devido a certos acontecimentos que vivemos no porto, especialmente uma certa relutância de alguns membros da tripulação em pagar contribuição não oficial para o sistema local, fomos detidos por vários dias. Tentei deixar o barco na quinta-feira, mas só fui libertado no domingo à tarde. Meu vôo foi segunda-feira de manhã, em Sanaa, sete horas de distância …

Tive que pagar um policial para me escoltar até o aeroporto de Sanaa. Desde que eu estava pagando para ficar protegido contra os perigos do Iêmen, e ninguém nos atacaria, aproveitei o policial para ter algumas aulas árabe. Quando chegamos ao aeroporto na noite de domingo, os funcionários da emigração não sabiam o que fazer comigo. Eu tinha um visto válido, mas havia uma carta da polícia de Hodeidah dizendo que eu tinha de ser escoltado para fora do país, para minha própria segurança… A solução que encontraram: eu tive que partilhar um quarto de hotel com o policial, para eles terem certeza que eu não ficaria perdido em Sanaa. Todo o procedimento foi ilegal, claramente, e o agente e o policial foram presos depois, felizmente quando que eu já estava voando, livre como um pássaro. Engraçado é que eu vou voltar para Hodeidah em poucos meses, voluntariamente …

Escolta Policial, Agente e Yuri Sanada.
Yuri escoltado pelo policial Aham.
Parada de ônibus entre Hodeidah e Sanaa.
Au Dhabi nos Emirados, país muito mais rico.

Parada em Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos. Após 2 meses no Iémen, esta visita ao vizinho e muito mais rico país árabe ajudou a colocar as impressões do mundo árabe em uma nova perspectiva.

Pequena East Chaldon, Dorset, Inglaterra.
Escritório do Phoenicia Expedition.
Alice Chutter, gerente do Phoenicia Project.
Sailor s Return, único pub da vila.
O pub, uma construção histórica.
Departamento do Oriente Médio, British Museum.
A pedra Rosetta, chave dos hieróglifos egípcios.
Pequena mostra sobre o Iêmen.
Professores Rupert Chapman e Jonathan Tubb.

Embarcou para Londres

Yuri Sanada, diretor e produtor do documentário Phoenicia Expedition, já chegou ao Velho Mundo.

Depois de fazer e desfazer as malas e levando junto quatro câmeras filmadoras: duas Panasonic HD, uma Sony HDV com a caixa estanque para as imagens submarinas e a pequena Conteur HD, para colocar no mastro do histórico navio fenício, Yuri Sanada chegou a Londres.

No velho mundo, será uma parada rápida, onde irá encontrar os responsáveis pela Phoenicia Expedition no maravilhoso Museu de Londres para conversarem um pouco mais a respeito da navegação do Phoenicia e os detalhes do documentário. A noite embarcará para Salalah em Oman, onde se encontra ancorado o navio histórico.

Desafio Fenício- Episódio 4. A ONU e Visita a Campo de Refugiados Somali.

A partir de Aden, a expedição vai navegar por águas infestadas pelos piratas da Somália. Mas se o mundo todo sabe dos problemas e o terror que eles estão causando, poucos conhecem o outro lado da realidade. Participamos de reunião dos Voluntários da Onu, e seguimos para visitar Kharaz, um dos campos de refugiados que fogem da Somália.

Apresentação foi em árabe e inglês.
Participaram voluntários locais e internacionais.
Eles ajudam em diversas áreas, até online.
Sede da Onu em Aden, Iêmen.

Aqui fica o antigo cemitério britânico.
A paisagem muda rapidamente.
Em Kharaz são 9.500 refugiados mantidos pela ONU.

Kharaz, Campo de Refugiados Somali.

O campo de Kharaz fica a duas horas de Aden, no Iêmen, mantido pela Onu e por mais de oito ONGs de ajuda internacional. A cada dia chegam e saem pessoas do campo, que é aberto. Kharaz tem 16 anos de funcionamento, sendo este o quarto lugar de instalação.

Em 1960 dois protetorados, italiano e britânico, uniram-se formando a República da Somália. Assassinatos, golpes e revoluções colocaram o país em direção a guerra civil, que permanece constante desde 1977. Sem governo central, os líderes militares chefes de tribos dividiram o país. Algumas ações militares estrangeiras foram tomadas, mas a situação se agravou de tal maneira, que milhares de pessoas só tem uma opção para sobreviver, deixar o país.

Chegamos ao campo após esperarmos por quase 2 horas pela escolta do exército, pois para andar no país, mesmo com a equipe da ONU, é necessário estar com segurança. A paisagem é impressionante, do mar ao deserto, quase duas horas de trajeto, passando por diversos pontos de checagem militar. Na estrada pode-se ver somalis caminhando em pequenos grupos, tentando chegar a algum lugar melhor, sem esperanças ou documentos. O campo fica um pouco retirado da estrada principal, e lá a ONU mantém os escritórios e alojamentos fortificados, e de fato muitos vão lá para protestar. Ao andar por Kharaz, têm-se a impressão de estar em um lugar irreal, onde as pessoas vivem em um limbo, com um passado de muita violência e medo, um presente estável mas sem sentido, e nenhuma esperança de futuro.

Todos tem uma reação a minha passagem. Ao verem a câmera, as mulheres começam a protestar, algumas violentamente. Pedindo melhores condições de vida, além do que a Onu pode dar. Os homens, em menor número, em geral vêem em jornalistas talvez um contato com o mundo exterior. Já para as crianças, tudo é festa. Na verdade, para eles que viveram os horrores da guerra em casa, a violência indescritível que os levou a chegar até aqui, a travessia do Golfo em barcos que não tem condições nem para levar carga imperecível, o campo de Kharaz pode parecer um oásis de paz que permite brincadeiras infantis. Mas a realidade é que para estas crianças, suas mães e os poucos que pais que não saíram andando pelo deserto em busca de algum dinheiro em cidades do Iêmen, o futuro não traz nenhuma sombra de esperança, ao menos enquanto seu país não encontrar a paz, que perdeu décadas atrás.

Vista geral do Campo, com 9.500 refugiados.
Apresentação organizada pela Ong italiana Intersos.
O evento é para ensinar a não mutilarem as meninas.
É comum na Somália as mulheres terem o Clitóris extirpado.
As crianças são pintadas para o feriado Eid.
Os médicos da clínica mantida pela ONU.
Os refugiados ficam primeiro nas barracas.
Depois ficam instalados nos 43 blocos com 25 casas.
Algumas famílias ficam anos até serem alocados.
Apesar das dificuldades, as famílias ficam unidas.
Esta senhora mostra seu lar, por 3 anos.
O problema é o verão, pois o calor passa pelo teto feito de tecidos.
Crianças e mulheres são a maioria no campo.
Jornalista Somali refugiado, e tradutora da ONU.

Torre do Silêncio

A religião oficial do Iêmen é o Islamismo, sendo um dos países árabes que mais reforçam esta religião. E no mar vermelho o Phoenicia tenta vencer os ventos contra para chegar em Aden, onde existe a ruíina de um dos dois únicos cemitérios Zoroastra do mundo, onde os mortos não eram nem enterrados nem queimados, mas comidos por pássaros.

O Zoroastrismo é uma religião que surgiu na Pérsia, tendo Zaratustra como seu profeta. A torre do Silêncio de Aden, como eram chamados os cemitérios zoroastras, foi construída cem anos atrás pelos indianos que vieram junto com o Império Britânico. Esta religião prega que ao morrer, a alma deixa o corpo, que se torna impuro, não podendo ser nem enterrado nem queimado no fogo, que também é sagrado. Assim, os cadáveres eram colocados nús a céu aberto, com os homens no círculo externo e mulheres e crianças no círculo central. Assim os abutres vinham comer a carne, e os pecados eram purificados por eles.

Perto da costa para evitar correntes e ventos.
Mosteiros por todo Iêmen, com reza bem alta.
Dokhma ou Torre do Silêncio de Aden.
As ruínas estão em bom estado mas abandonadas.
Homens eram colocados no círculo externo.
Mulheres e crianças no círculo interno.
Drenos na pedra para flúidos corporais.
O outra Dokhma existente fica no Irã.