Viva Aventuras, Viagens, Experiências Extraordinárias ao Redor do Mundo e Além! / Live Adventures, Travels, Extraordinary Experiences Around the World and Beyond!
Trabalhar com elétrica em embarcações, sobretudo barcos que irão fazer expedições a locais remotos do planeta exige muito profissionalismo. Marcão, como é conhecido pelos amigos, é um renomado eletricista naval e um ótimo capitão de veleiros. Já fez várias travessias oceânicas, participou de regatas e continua navegando. Além disso tudo, também ministra cursos de elétrica naval.
Imagina uma pessoa que tem quase 100% de preocupação com o Meio Ambiente, que adora verde ao seu redor, a até mesmo nas suas roupas. Esse é um pouco do perfil da Paula Arantes, que tem pelo menos 25 anos de experiência em ecoturismo e em temas relacionados a desenvolvimento sustentável. Ela construiu uma casa, a qual chama carinhosamente de ¨casinha¨, com materiais reaproveitados!
Entre nessa porta e venha ouvir as histórias da Paula!
Fazer da Aventura a sua profissão é ótimo pois permite realizar coisas emocionantes e também conhecer gente que pode se torna bons amigos. Essa é a história da empresária Lu Fernandes, uma mulher que sempre está pronta para aventuras no ar voando de avião, balão ou parapente, e na terra andando pela lama participando de rally ou velejando no mar.
Vamos voar, se molhar e sujar na lama, nessa live com a Lu Fernandes!
Produtor, apresentador do programa Bioma Brasil Expedições, colunista do meio ambiente e ativista da natureza, essa são atividades de Havita Rigamonti. Curitibano que morou um bom tempo na Chapada dos Veadeiros, onde começou a fazer vídeos curtos de natureza, mostrando em detalhes a sua preocupação com a preservação. Através do seu olhar único, Havita conquistou prêmios com as suas produções. Quando vai para campo gravar, busca informações precisas com pesquisadores do meio ambiente.
Através do olhar de Havita, vamos viajar nessa live!
Ser consultor especializado na área de meio ambiente e turismo, atuando no desenvolvimento de projetos diversificados e exclusivos, bem como sua implantação, considerando conceitos de sustentabilidade e mínimo impacto no desenvolvimento de ideias e soluções não é para qualquer um. Ainda mais quando falamos de projetos como o do Parque Nacional Marinho de Abrolhos e de Foz do Iguaçu. Este é o trabalho do oceanógrafo, Marcelo Skaf. Além disso, Marcelo é viajante, aventureiro e fotógrafo sub, que traz sempre imagens incríveis em locais fantásticos do planeta.
Vamos mergulhar e acompanhar as imagens de Marcelo Skaf nessa live!
Fotografar não é para qualquer pessoa, tem que ter um bom olhar e todo um planejamento do que será registrado através das lentes da câmera. O começo da vida profissional de Bala Blauth e Ita Kirsh, dois gaúchos apaixonados pela fotografia, foi fotografar casamentos, bailes de debutantes, empresas, comerciais e outros negócios. Depois o casal fez da captura de imagens seu estilo de vida em viagens pelo mundo. Com uma grande bagagem e muita experiência em fotografia de natureza, os dois percorreram diversas partes do planeta, registrando belas imagens, que renderam alguns livros fantásticos.
Através da lente, vamos conhecer a história e ver belas imagens desse casal, nessa live!
Observar estrelas e constelações, utilizar cartas náuticas ou GPS para navegar embarcações, e entender como funciona tudo isso. Para pilotar barcos é preciso ter uma licença náutica, que é como uma carteira de motorista. Quem nos dá as dicas de como navegar habilitado é o capitão Fábio Reis, professor de navegação, que ensinou muita gente a passar nas provas de capitão.
Vamos navegar na história do Fábio Reis nessa live!
Largar tudo e viver uma vida de viajante, não é qualquer pessoa que tem esse desprendimento, mas o Toco Lenzi, tem sim! Toco conversa conosco de Dili, no Timor Leste, um dia antes de chegar a sua moto enviada da Austrália.
Toco percorreu algumas vezes o deserto do Saara, foi proprietário de camelos, documentou aldeias indígenas, atravessou o oceano em uma escuna de madeira, navegou no gelo, entre muitas aventuras! Atualmente, ele deixou tudo para trás, pegou sua moto, saiu de São Paulo e está viajando pelo planeta.
Trabalhar em consultórios e hospitais é o mais comum para quem optou pela profissão médico. Agora ser médico, capitão de embarcação, e viajar pelo Rio Amazonas para cuidar das pessoas é outra história. Esta é a história do doutor Fábio Tozzi. Fábio nos conta suas aventuras pelo rio, pelo gelo da Antártida, e por diversas partes do planeta, pois para este médico aventura é profissão!
Vamos navegar e entrar na mata nessa live do Fábio Tozzi!
Mineiro mergulhador. Este é o Romeu Dib, que descobriu um lugar especial para mergulhar em Minas Gerais, que é uma verdadeira viagem na história do estado. A Mina da Passagem fica na cidade de Mariana, uma antiga mina de ouro, cheia de túneis, alguns alagados, os quais Romeu e seus amigos mapearam, ou melhor ainda estão mapeando para mergulhar. Romeu também mergulha em diversas cavernas do planeta, em praias fantásticas e muitos locais curiosos.
Navegar em um veleiro atravessando o oceano nos ensina muita coisa! Heloisa Soares começou sua vida de instrutora de vela pegando carona em veleiros dos amigos. Este caminho a levou a criar a Escola de vela Oceanos!
Correr, nadar, pedalar, esses são os esportes de uma pessoa que faz triathlon. E para isto tem que estar sempre treinando!
Essa é a vida da Vivi Bove, casada, mãe de três filhos adolescentes e que tem uma vida bastante agitada. Além de cuidar da família, dos amigos e dos bichos, Vivi cuida dela mesma. Treina muito! Um pedal curto para ela é de no mínimo 50 km, nadar, só se for mais de 3000 metros, correr nem se fala.
Vamos correr para assistir essa live divertida com a Vivi!
Carioca que mora a bastante tempo em Genebra, na Suíça, Marcelo Garcia tem mais de 20 anos na indústria de tecnologia, mídia e telecomunicações, e é aventureiro de carteirinha. Ele é membro do New York Explores Club Explorers.org. Pouco antes desta entrevista Marcelo subiu ao cume do Mont Blanc sozinho, sem guia, como parte de um experimento fisiológico pessoal.
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Ele é fundador da ONG WAY – WISDOM ACCELERATOR FOR YOUTH WisdomAccelerator.org, voltado a motivar adolescentes para o caminho da sabedoria, reunindo-os com líderes mundiais para produzir materiais valiosos de ensinamento para estes jovens.
Navegar sozinha em um pequeno veleiro por diversos portos da costa do Brasil não é nada para a capitã do mar Chris Amaral. Ela começou suas aventuras viajando em uma pequena vespa, dormindo em barraca, em restaurantes e outros locais inusitados. Uma mulher de muita coragem e fibra, que depois trabalhou em embarcações como cozinheira, navegadora, marinheira, entre outras funções, onde algumas vezes era só ela de mulher.
Participar de regatas no Mar Mediterrâneo, na costa do Brasil, é pouco para essa capitã, o negócio é ir para uma regata no Oceano Austral. Chris, como é conhecida carinhosamente no meio da vela, tem sua morada a bordo do veleiro Aquarela. Uma das suas atividades atuais, é ensinar as mulheres a velejar no oceano.
O mergulhador profissional Alvanir de Oliveira, mais conhecido como Jornada, é instrutor de mergulho e proprietário da Escola de Mergulho Jornada Submarina.
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O Jornada representa a NAUI Brasil, a mais antiga agência credenciadora de mergulho internacional. Anualmente ele organiza o encontro de instrutores NAUI, onde mergulhadores debatem sobre a segurança e qualidade do mergulho. Jornada é um mergulhador muito experiente, reconhecido pela Marinha brasileira, e formou oficiais e organiza exercícios de mergulho com eles. A sua operadora, Jornada Sub, fica em Jundiaí – SP e oferece cursos do básico ao profissional. Jornada e sua esposa Lica organizam viagens de mergulho no Brasil e em outras partes do planeta.
Contar a história de uma regata volta ao mundo em um documentário, é um grande desafio para acompanhar os veleiros nos portos de parada. Isabella Nicolas, jornalista, escritora e produtora, produziu o documentário SENHORES DO VENTO.
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O documentário conta a história da primeira equipe de vela brasileira a participar da regata volta ao mundo Ocean Volvo Race. Isabella nos conta um pouco dos bastidores dessa produção e também do documentário Mar Me Quer. Atualmente, Isabella ministra curso de direção e produção de TV e Cinema.
Navegue nos bastidores dessas produções contadas pela produtora Isabella Nicolas!
Diversas pessoas sonham em morar a bordo de um veleiro e fazer seu trabalho a partir do seu quintal, o mar. Este casal vive este sonho!
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Adriano e Aline moram em um veleiro. Os dois são ex-publicitários que encontraram na vida a bordo uma maneira de produzir uma websérie onde contam relatos de seu cotidiano, conversam com pessoas interessantes, normalmente do mar e estão sempre mudando o quintal de sua casa.
Vera conversou com os dois que estavam a bordo do seu veleiro, atracados nas águas cristalinas de Angra dos Reis.
Ricardo Beliel é carioca, jornalista e um excelente fotógrafo, que mostra suas fotos e fala com uma voz calma sua experiência como fotojornalista em diversos veículos de comunicação.
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Ricardo começou a sua vida de fotógrafo, ganhando algum dinheiro, fotografando alguns artistas que tinha contato, como Gilberto Gil, Baby Consuelo e até shows do Caetano Veloso. Mas não foi só música e poesia que ele fotografou, ele registrou momentos de guerrilhas e a vida de alguns garimpeiros, entre muitas outras histórias.
Assista essa entrevista e aprecie algumas das fotografias do Ricardo.
Reunir aventureiros de várias partes do Brasil e do mundo em um único lugar, mostrar o que tem de melhor em equipamentos de aventura e divulgar ao mundo a preocupação pelo meio ambiente e ainda reunir pessoas que buscam soluções para as dificuldades ambientais e até humanas, essa sempre foi e será uma das principais atividades do Sérgio Franco.
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Sérgio com seu jeito tranquilo de falar, nos mostrou a sua casa, pois além de ser piloto de avião amador, montou e mora em um hangar na sua cidade, Socorro no interior de SP, onde hoje fica o aeroclube da cidade.
Nascer em uma tribo indígena, viver toda a infância no Xingu e depois tornar-se uma artista de TV e cinema! Essa é a história de Kapai Kalapalo.
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Uma índigena de sangue, corpo e alma, que se tornou atriz e empreendedora. Kapai saiu da aldeia para mostrar que ser indígena no Brasil não se resume a viver na selva, tomar banho de rio e caçar. Uma linda indígena que nasceu no Xingu na aldeia Yawalapiti, com sotaque agradável de se escutar, mora em São Paulo e leva sua cultura aonde for, mostrando as pessoas a arte e a história indígena.
Acompanhe essa história e viaje ao Xingu com esta bela indígena!
Boa parte das pessoas se preocupam com o meio ambiente, principalmente na preservação e no plantio de árvores para ajudar o reflorestamento. Essa conversa de Vera RP Sanada é com Mário Mantovani, um ativista do meio ambiente.
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Com um sorriso agradável e uma forma divertida de falar que contagia as pessoas, Mário conta um pouco da sua história. Ele faz parte da ONG SOS Mata Atlântica. Desde criança falava em trabalhar com o meio ambiente, e formou-se em geografia e foi professor, mas a sua dedicação aos cuidados do meio ambiente, principalmente com a questão da água, ficou ainda mais forte, quando assumiu o cargo de diretor e superintende na Fundação SOS Mata Atlântica.
Palavras do Mário ¨A minha ideologia é o quanto eu consigo fazer o bem!¨
Viver com a cabeça nas nuvens, viajando em pequenos aviões, ou fotografando de cima e ainda aventurando-se pelos quatro cantos do mundo. Quem gostaria de uma vida dessas?
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Essa é um pouco da vida de Margi Moss, que há mais de 20 anos, se aventura ao lado do seu marido Gérard Moss, que são impulsionados pela curiosidade. Aviãozinho, Landrover, canoa, cavalo ou a pé. Pelas areias do Saara, da Namíbia ou no altiplano boliviano. Pela floresta amazônica, pelo gelo antártico ou as águas do Pacífico. Muitas viagens e aventuras!
Uma mulher da aventura, forte e determinada, apaixonada pelas aves e fotografar passarinhos, passou a ser seu hobby.
Margi Moss é a convidada de honra a participar da live de Vera RP Sanada!
Mergulhar com tubarões não é para qualquer um, ainda mais chegar pertinho deles para pegar um close da boca cheia de dentes, para mostrar que estes grandes animais são geralmente inofensivos para os seres humanos.
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Na LIVE do dia 08 de Agosto, Vera RP Sanada, conversou com Lawrence Wahba, que é um dos mais renomados camera submarino do Brasil e documentarista da natureza.
Em 1995 ele vendeu tudo que tinha e até pegou dinheiro emprestado para rodar o mundo filmando tubarões. Este projeto se tornou um grande sucesso de público, e fez dele o principal documentarista de natureza do país, premiado internacionalmente, liderando produções nos maiores canais de TV, e tendo “a melhor profissão do mundo”, como ele mesmo descreve.
Os cinco remadores da Expedição Massaguaty chegam ao sul de Paraty e superam o desafio de atravessar um dos trechos mais perigosos do litoral brasileiro
Após remar por mais de 200 quilômetros entre a praia de Massaguaçu, em Caraguatatuba (SP), e a charmosa carioca Paraty, captando belíssimas imagens, conhecendo a cultura caiçara e registrando encantos e problemas de uma costa abençoada, os cinco remadores da Expedição Massaguaty atravessaram um dos pontos mais esperados do desafio: enfrentar a Ponta da Joatinga.
Experientes caiçaras, velejadores e marinheiros, todos são unânimes em afirmar que quando o assunto é a famosa Joatinga, no extremo sul do litoral fluminense, todo cuidado é pouco. Em uma de suas entrevistas, o aventureiro Amyr Klink chegou a comentar: “Acho a Joatinga mais perigosa que o próprio Cabo Horn”.
Apesar do perigo e de todos os contos verídicos de embarcações que naufragaram na região entre as Pontas Negra e da Joatinga, desta vez, Iemanjá estava ao lado dos cinco amigos da Expedição Massaguaty. Os caiaques cruzaram o trecho passando a poucos metros das pedras, sem grandes problemas. “Pescadores diziam que éramos loucos em atravessar esta região remando, mas para chegar em Paraty, tínhamos que passar por lá. Temos que agradecer aos deuses do mar, pois pegamos um dia lindo e sem incidentes”, comenta o jornalista João Almeida, um dos integrantes do Massaguaty.
O maior desafio da Expedição aconteceu um dia antes de cruzarem a Joatinga, na também perigosa Ponta Negra. Os remadores seguiam rumo a praia de Martim de Sá, quando foram surpreendidos por uma tempestade forte e repentina, com ventos de cerca de 30 nós, obrigando-os a acamparem na comunidade da praia de Ponta Negra, onde vivem cerca de 60 famílias de pescadores. “Passamos um grande susto com a rajada de vento e chuva, mas logo conseguimos desembarcar em segurança e fomos recepcionados por uma amável comunidade de caiçaras que vivem quase isolados, em um pequeno paraíso”, conta Eduardo Standerski, especialista em informática e integrante da expedição.
Estes dois dias de aventura foram realizados nos dias 6 e 7 de novembro, referentes as etapas 7 e 8 de um total de 11 previstas para a conclusão da Expedição-Documentário. Os cinco remadores já chegaram até o belíssimo refúgio do Pouso da Cajaíba em Paraty, onde em breve partirão para uma etapa dupla, circundando o saco do Mamanguá, o único fiorde brasileiro, até a praia de Paraty Mirim.
Cerca de 90 quilômetros separam os desbravadores de seu destino final, a Vila de Paraty. A chegada da Expedição, prevista para o início de dezembro, será celebrada com uma festa organizada pela prefeitura da cidade fluminense.
Até logo especial
Ao serem resgatados de barco da praia da Cajaíba, rumo a marina em Paraty, a equipe Massaguaty recebeu um presente de “até breve”. Eram cerca de 150 golfinhos que seguiam um cardume e passaram pelo barco da Expedição, deixando a certeza de que este é realmente um dos mais incríveis paraísos do mundo.
Sobre a Expedição Massaguaty – De Massaguaçu a Paraty, mais de 100 paraísos Tropicais.
Cinco amigos decidiram apostar em um sonho: serpentear de caiaque um dos trechos mais lindos do litoral brasileiro, documentando quase 300 km de costa, em 11 dias não consecutivos de remada. A ideia é mostrar que pessoas comuns, que não são atletas ou militares, podem realizar um projeto desafiador, unindo natureza, cultura e esporte. Ao longo do percurso a Expedição produzirá reportagens especiais sobre a vida caiçara, meio ambiente e outras curiosidades. O resultado se transformará em um belíssimo documentário.
Participam do projeto os idealizadores Carlos Marcondes, Eduardo Standerski, Gustavo Nogueira, João Almeida e Marcelo Liochi.
Carbono Zero
A questão ambiental é uma das principais bandeiras da Expedição Massaguaty. Além de mostras as belezas do litoral e levantar denúncias, o projeto também irá neutralizar toda emissão de carbono feita durante a realização das etapas. Tudo que for gerado de CO2 com os deslocamentos de carros da equipe, e com a fabricação dos equipamentos utilizados, será neutralizado através do plantio de árvores feito pelos membros da Expedição. É um compromisso do projeto Massaguaty.
Parceiros da Remada
A Expedição Massaguaty conta com o Patrocínio da Bardahl e da fabricante de caiaques Brudden Náutica, além dos apoios da Pet Show, Fundart de Ubatuba, Projeto Tamar, e da Prefeitura de Paraty.
Viajar pelo mundo é o sonho de muitas pessoas, porém, poucas são aquelas que realmente lutam para realizá-lo.
Travessia de rio
Robison Portioli é um aventureiro que conseguiu realizar o sonho de muitos motociclistas: viajar de moto pela América do Sul. Aos 23 anos, passou 150 dias em cima da moto e percorreu 25mil quilômetros por seis países até chegar à Curitiba. Ponto de partida da sua primeira viagem.
Travessia de Foz
Abrir mão de uma vida estável é um medo constante na vida de todos, mas a família Portioli resolveu deixar para trás a estabilidade para viver intensamente os momentos do presente. Robison começou a viajar cedo. Aos nove anos seus pais resolveram comprar um motorhome- o Canela – nome inspirado na expressão “Sebo nas Canelas”- e viajar pelo Brasil. O ônibus-casa levou Robison(9), suas irmãs July(7) e Kelly(2) e seus pais Marcos e Liliane para uma aventura pelos estados brasileiros que durou quase três anos. Nesse período, as crianças cresceram aprendendo os verdadeiros valores da vida ao conviver com inúmeras culturas, raças e condições sociais.
Vulcão Cotopaxi Equador
“Aqueles anos foram responsáveis por muito, mas muito do que somos. Minha família embarcou em uma jornada rumo a uma nova maneira de viver e essa escolha nos transformou” afirma Robison.
Praias Brasil
Sem falar na imensa variedade de paisagens naturais e lugares históricos, uma preferência do itinerário daquela expedição. Por estarem fora da escola, Liliane e Marcos compravam os livros didáticos e eles mesmos ensinavam as crianças, focando a educação não só nas ciências, mas principalmente no incentivo à realização dos sonhos.
Piauí
“Era fácil estudar o descobrimento do Brasil em Porto Seguro – BA, ou a inconfidência mineira no próprio estado. Visitamos vários engenhos de cana de açúcar no nordeste e museus de todo tipo. Para estudar geografia e história do Brasil, era só olhar pela janela ou ir com nossa casa para os lugares onde os fatos aconteceram.”
Los Medanos de Coro - Venezuela
Viajar passou a ser rotina para esta família. Conheceram boa parte do Brasil, mas a paixão de todos foi a ensolarada região nordeste. A cidade escolhida para desligar os motores do Canela foi João Pessoa, na Paraíba, onde o casal começou um négócio de artesanato e os pequenos viajantes voltaram a frequentar a escola tradicional.
Imprudencia de motoristas
Não demorou muito para voltarem às estradas, desta vez Marcos e Liliane resolveram ir sem as crianças e de moto. Saíram de João Pessoa, passaram no Rio de Janeiro, depois Mato Grosso do Sul, por fim o Acre e de volta à Paraíba, totalizando 14 mil quilômetros rodados. A aventura contagiou todos da família que agora, além de viajar, queriam viajar sobre duas rodas.
Familia Portioli e o Canela
Passados alguns anos de moradia fixa na Paraíba, o Canela voltou para a estrada rumo ao centro-oeste do Brasil e foi do Mato Grosso do Sul que Robison partiu para sua a primeira viagem de moto: 1000 quilômetros até Curitiba. Desde então, não parou mais.
Estrada SP
Formou-se Técnico em Mecatrônica e trabalhou duro na capital Paranaense, mas a Paraíba era mesmo sua paixão. Aos 21 e com July (irmã) na garupa fez a viagem de volta para João Pessoa, cruzando quatro regiões do Brasil, em 12 dias e mais 5 mil quilometros. “Passamos por dentro da Serra da Canastra – MG, um dos lugares mais lindos que já conheci, por trechos que de carro seria impossível” completa o aventureiro.
Delta do Parnaíba - PI
Ao ser questionado sobre o risco dessas viagens, Robison tem uma resposta na ponta da língua: “Cresci na estrada viajando com meus pais e eles me mostraram que o medo, frequentemente, é um monstro apenas imaginário. Viajo com responsabilidade, planejamento e principalmente seguindo a intuição. Os riscos existem, é verdade, mas eles estão em todo lugar, não só nas estradas. Decidir engavetar sonhos intimidado por eles? Não foi isso que eu aprendi.”
Cordilheira dos Andes
A viagem pela América do Sul estava nos planos há algum tempo, mas outra importante lição aprendida na estrada era sobre a paciência de esperar o momento certo. Então, Robison ficou na Paraíba por mais um tempo, trabalhou, estudou, mas jamais esqueceu esse sonho.
Caribe Venezuelano
Aos 23 anos, finalmente encontrou o momento adequado, e não hesitou em vender o que tinha, deixar a faculdade e viajar. No roteiro não estavam apenas as estradas do Brasil. Desta vez queria também conhecer outros países da América do Sul. Preparou um pequeno projeto chamado “Rumo a um mundo novo”, cuja ideia era aprender sobre a realizade do mundo, entende-lo e prepara-se para melhora-lo.
Com sua moto “alada”, voou pelo nordeste e norte do Brasil, descobrindo as belezas naturais das praias e da floresta amazônica. Estava equipado com barraca e saco de dormir, e precisava contar com ajuda das pessoas para que viajasse de forma econômica, usufruindo da hospitalidade e generosidade do povo brasileiro.
Alto da Cordilheira - Venezuela
Eu dizia: “Estou viajando porque quero mudar o mundo para melhor” e as pessoas me acolhiam sem medo, brilhando os olhos ao reviverem uma esperaça comum à nossa gente; a de que os jovens são chave para um futuro melhor.
Depois cruzou a primeira fronteira e entrou em um país instável, inseguro e cujo idioma mal conhecia: a Venezuela.
“Na primeira barreira do exército um dos soldados me perguntou: ‘Você carrega alguma arma?’ E quando eu disse que não, todos riram. Não entendi na hora, mas realmente fiquei nervoso quando o soldado novamente questionou: ‘E como você pretende cruzar esse país sem uma arma?’” Robison afirma que, apesar da insegurança aparente, não teve problema algum naquele país, mas viajava realmente atento.
Deixou a Vezuela e na Colômbia conheceu as fazendas produtoras do melhor café do mundo. Lá, apaixonou-se pela cordilheira dos Andes e acampou várias vezes nas montanhas.
Visitou o Equador e as praias do oceano Pacífico, além de muitos vulcões.
“Eu tentei chegar a um abrigo no alto de um vulcão, mas minha moto não deu conta e aos 5800 metros de altura em relação ao nível do mar, ela parou e eu tive que voltar.”
Continuou sua rota e teve dificuldades com o frio e vento dos desertos Peruanos, mas ao conhecer a cidade sagrada dos Incas, Machu Piccio, disse que todos os esforços valeram a pena. “Aquele lugar é especial. A imponência das montanhas tem uma força mágica contagiante que nos leva a uma profunda introspecção”.
Já na reta final, depois de mais de 20mil quilômetros, visitou o lago Titicaca e atravessou a Bolívia no caminho de volta à cidade natal, mas conta que antes de cruzar a fronteira com o Brasil, enfrentou o trajeto de maior dificuldade de toda viagem.
“O trecho de Santa Cruz de la Sierra (Bolívia) e Corumbá (Brasil) é muito conhecido entre os motociclistas e a fama de ser um pedaço realmente difícil e perigoso não é de agora. Eu sabia disso, mas aquele era o caminho mais curto e eu já não queria ficar mais tempo longe do meu país.” Robison chegou à Curitiba em novembro de 2009, completando 150 dias de viagem, 25mil quilômetros e milhões de histórias de aventuras.
Serra do Tepequem - RR
Em setembro de 2010 fez o lançamento de uma edição independente de seu primeiro livro: “Vida Nômade: Liberdade, Desapego e Aventura” onde estão descritas as aventuras desde os tempos de viagens em família de motorhome até sua última grande e solitária viagem de moto pela América do Sul.
Sobre Robison Portioli
Robison Portioli, nascido em 30 de novembro de 1985 é natural de Curitiba (Paraná), mas considera-se paraibano de coração.
Viveu sua infância tendo um motorhome como casa e, como rotina, constantes viagens pelos estados brasileiros. Dessa forma conheceu as diversas realidades existentes no país.
Aventureiro por natureza, buscava sempre novos rumos, novas possibilidades. Quando fez 18 anos, não hesitou em abrir suas próprias asas e viajar sozinho. Sempre muito otimista, nunca mediu esforços para realizar seus planos e dessa maneira, desperta nos outros a percepção de que todos os sonhos podem ser alcançados.
Aos 23 anos decidiu partir rumo à realização de um sonho antigo, comum a muitos motociclistas: viajar de moto pela América do Sul. Esta viagem rendeu muitos quilômetros de conhecimentos e inúmeras histórias para contar.
Agora, com 24 anos, lança o livro “Vida Nômade – Liberdade, Desapego e Aventura” onde narra as viagens realizadas ao longo de todos esses anos.
Serviço:
Livro “Vida Nômade – Liberdade, Desapego e Aventura”
http://www.vidanomade.com
Informações/contato: robisonportioli@gmail.com
Tem louco para tudo nesse planeta. Com tanta tecnologia, carros 4 x 4, motos e até espaço nave para a lua, tem alguns que insistem em andar a pé, como os nômades no deserto.
Toco Lenzi é um desses que puxando uma carretinha, leva seu equipamento moderno, é claro e de segurança, pelo deserto do Saara. Além de equipamentos fotográficos e de filmagem, Toco leva telefone via satélite. Imagine no meio do deserto falando com a família. E dizem que é pura diversão. Para loucos por aventura, é uma boa e excelente experiência.
Claro, toda a infraestrutura de barracas e água. E alguns camelos para acompanhar.
Ainda não tive a oportunidade, mas ainda o farei.
Aqueles que querem experimentar uma aventura no deserto, com guia experiente e falando português com você e árabe com os beduínos terá uma aventura bem próxima chegando.
28 de janeiro de 2011 é a data de partida da 3º expedição de brasileiros. Juntos, irão percorrer 200 km pelas areias do Saara.
Serão 17 dias da mais pura aventura, caminhando entre cidades sagradas do Islã, pernoitando em oásis e aldeias e desbravando as dunas na imensidão do Saara, guiados por experientes beduinos mauritanos.
Aventure-se! Experimente-se!
Entre em contato: http://tocolenzi.com/grupos.html ou solicite folder explicativo através do e-mail: toco@tocolenzi.com
Quem conhece Grace Downey e Robert Ager, sabe que esses dois colocam seus sonhos em prática.
Anos atrás, pegaram um carro Land Rover e sairam para viajar e essa viagem, não foi menos que uma pequena volta ao mundo, “Aventura pelo mundo” que aconteceu de Janeiro de 2002 a Agosto de 2005. Essa maravilhosa história eles contam no livro “Challenging Your Dreams – Uma Aventura Pelo Mundo”, a história da incrível jornada, de mais de 168.000 quilômetros ao redor do globo.
Mas como esses dois não param, estão realizando o projeto “Brasil por Terra” e passaram recentemente por Pipa, Genipabu e Maracajaú.