Viva Aventuras, Viagens, Experiências Extraordinárias ao Redor do Mundo e Além! / Live Adventures, Travels, Extraordinary Experiences Around the World and Beyond!
A partir de São Paulo seguir pela rodovia Fernão Dias em direção a Minas Gerais (vindo do Rio de Janeiro pegar Via Dutra, depois D. Pedro I até Fernão Dias e aí seguir em direção a Minas Gerais). Passar saídas para Atibaia, Bragança Paulista, Vargem e seguir para Joanópolis, pegando a saída número 2 logo após a ponte sobre o rio Jaguari. Seguir pela Estrada “Entre Serras e Águas” até km 8,5, no hotel Monte das Oliveiras.
Antes de chegar ao hotel Monte das Oliveiras, virar a direita e pegar estrada de terra, que bifurca. Pegar à direita e seguir por 6 km até o Yacht Clube São Francisco.
Passar pelos pontos de ônibus. Assim que entrar na terra, virar à direita.
Seguir pela esquerda por 5 km até chegar ao Bar do Gilberto. Aí virar à direita.
Descer 1ª ladeira calçada e continuar até o portão da Aquamarina. Subir 2ª ladeira calçada.
Continuar até o Yacht Clube São Francisco à esquerda.
Dentro do Yacht Clube descer até as piscinas e virar a esquerda na última rua para chegar a Casa Orgânica.
Nosso projeto sobre naufrágios de navios escravagistas foi hoje primeira página do Washington Post! 9 meses depois de nosso projeto sobre o Rio Amazonas aparecer na primeira página de um dos mais importantes jornais americanos, aqui estamos novamente. Acreditamos que em dezembro passado localizamos no fundo do mar do Rio de Janeiro o último navio escravagista que desembarcou com sucesso africanos escravizados ao Brasil, em 1852.
O Brig Camargo era capitaneado pelo capitão americano Nathaniel Gordon, o único traficante de escravos, em 350 anos de escravidão africana, a ser executado por este crime contra a humanidade. Esta história revela o envolvimento norte-americano, especialmente de Nova Iorque, no comércio ilegal de escravos durante décadas.
Nossas pesquisas continuam e em maio próximo estaremos mergulhando lá novamente para tentar trazer à tona os segredos que esta embarcação esconde há mais de 200 anos, nas águas escuras da Baía de Bracuí.
Nossa expedição em busca dos navios que forçaram ao Brasil entrar na Segunda Guerra Mundial, em Sergipe, está listada no LOG do Explorers Club deste mês.
Aqui parte da equipe com tripulantes do barco Rumo Certo durante a buscas em Fevereiro de 2024. A equipe de campo é formada pelos professores Gilson Rambelli, Roberta Rosa, Jonas Santos, Alexandre Maia Caldeira, Luis Felipe Freire Santos, Gilberto Macedo e Vera & Yuri Sanada.
A busca continua mês que vem. As bandeiras do Explorers Club fizeram parte das mais famosas expedições da história, como chegada do homem na Lua, no cume do Everest, no Pólo Sul e Pólo Norte, nas profundesas da Fossa das Marianas, e outras conquistas.
SÍTIOS ARQUEOLÓGICOS SUBAQUÁTICOS SÃO LOCALIZADOS E CADASTRADOS NO IPHAN
Os arqueólogos do Instituto AfrOrigens localizaram, na primeira semana de dezembro de 2023, dois sítios arqueológicos formados pelos restos de embarcações naufragadas, nas imediações da foz do Rio Bracuí, em Angra dos Reis, Rio de Janeiro, Brasil.
Esses sítios, formados pelos restos de naufrágios, foram devidamente registrados na plataforma de Cadastro de Sítios Arqueológicos do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) como sendo os sítios arqueológicos “Bracuí 1” e “Bracuí 2”, e com isto eles passam a ser protegidos pela Legislação Federal – Lei nº 3.924, de 26 de julho de 1961, como sendo bens patrimoniais da União.
O Instituto AfrOrigens agora se prepara para, a partir do próximo ano, estudar sistematicamente esses sítios por meio da implantação de uma metodologia de escavação e registro arqueológico, buscando a catalogação de mais dados que corroborem para a identificação dos sítios arqueológicos e a sua participação em atividades ligadas ao tráfico transatlântico de africanos para a região.
Um dos sítios havia sido indicado pela tradição oral da comunidade quilombola Santa Rita do Bracuí, e nesta ocasião teve sua localização indicada em colaboração com pescadores da região, que conheciam a localização do naufrágio há muitas décadas e mencionavam que o local já foi vitimado tempos atrás por processos de pilhagens de mergulhadores locais.
O segundo sítio arqueológico foi localizado por imagens sonográficas e se encontra enterrado no fundo marinho da enseada do Bracuí.
Somente os estudos arqueológicos subaquáticos sistemáticos poderão confirmar se um deles corresponde ao navio escravagista Camargo, procedente dos Estados Unidos e trazendo africanos escravizados de Moçambique, cuja identificação e estudo é o principal objetivo deste projeto. O naufrágio ocorreu em 1852 de forma proposital, como estratégia de ocultamento da atividade clandestina do tráfico transatlântico de africanos, depois do desembarque na foz do rio Bracuí de aproximadamente 500 pessoas escravizadas procedentes de Moçambique.
A iniciativa do trabalho de pesquisa, arqueológico e histórico, conta com o apoio e a colaboração da rede internacional Slave Wrecks Project, sediada e coordenada pela Smithsonian National Museum of African American History and Culture com a George Washington University, da Universidade Federal Fluminense, da Universidade Federal de Sergipe e da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, em parceria com a comunidade remanescente quilombola Santa Rita do Bracuí.
O INSTITUTO AFRORIGENS
AfrOrigens é um grande projeto de Arqueologia sobre a Diáspora Africana no Brasil.
Durante centenas de anos, milhões de africanos foram escravizados e trazidos forçadamente ao Brasil em diferentes tipos de navios, de maneira desumana para servirem como mão de obra nos trabalhos que formaram a riqueza desta nação. Essa história é ainda muito pouco conhecida.
Este ambicioso projeto de pesquisa busca respostas para questões que ainda são silenciadas e, com isto, pretende trazer ao grande público, no Brasil e no exterior, o conhecimento sobre as viagens Atlânticas. Alguns dos naufrágios desses navios escravagistas representam a materialidade e a própria prova destes crimes contra a humanidade.
Muitos Quilombos, especialmente os situados no litoral do Rio de Janeiro, estão intimamente ligados a estes navios da morte. Com suas memórias, histórias e lutas pelo reconhecimento e titulação da terra, são parte fundamental de nossas pesquisas e projetos futuros.
Os dados obtidos pelo AfrOrigens serão disponibilizados para uso de outras instituições, como a Comissão da Verdade Sobre a Escravidão Negra no Brasil.
O Instituto AfrOrigens é um projeto de mapeamento da materialidade ligada a eventos diaspóricos do tráfico transatlântico de africanos e, consequentemente, se articula com estudos e agendas políticas de identificação, reconhecimento e reparação de crimes contra a humanidade.
Entendendo a Arqueologia como uma atividade que se constitui como uma ação política, reverberando em transformações no presente, buscamos desenvolver pesquisas arqueológicas de navios escravagistas em parceria com comunidades quilombolas, primando pela construção coletiva e democrática do conhecimento, através do protagonismo dos agentes sociais envolvidos e do diálogo permanente de saberes, por meio da integração de suas referências culturais (todas as suas manifestações) e suas dimensões políticas e contextos de significados.
Ao desenvolver projetos com esta temática no Brasil, estabelecemos um fórum de discussão entre os pesquisadores que atuam com o tema da Diáspora Africana no Brasil e no mundo, com ênfase nos aspectos teóricos e metodológicos das investigações levadas adiantes, pormenorizando particularidades específicas dos sítios arqueológicos formados por restos de embarcações escravagistas naufragadas e seus referidos contextos históricos, sociais e políticos.
Além dos aspectos referentes às interpretações arqueológicas, pretende-se divulgar ao grande público o conhecimento produzido, bem como discutir sobre a possibilidade de musealização dos bens culturais estudados, para o turismo subaquático in situ, ou permitir, por meio da documentação sistemática realizada, a reconstrução virtual dos restos dessas embarcações para os visitantes que não mergulham. Busca-se, assim a publicização e o envolvimento do público em geral com o Patrimônio Cultural Subaquático decorrente da Diáspora Africana.
Nosso objetivo é estimular o uso social do patrimônio cultural subaquático e sua sustentabilidade, considerando para isso a participação e o envolvimento das comunidades tradicionais locais, de forma que elas encontrem afinidades e identidades com esses patrimônios e com as pesquisas arqueológicas realizadas sobre eles. A participação das comunidades no projeto e nos seus desdobramentos poderá abrir novos caminhos de sustentabilidade, como a prestação de serviços nos sítios arqueológicos, na pesquisa e preservação, ou no desenvolvimento de ações ligadas ao turismo de base comunitária, dando visibilidade a sua história e sua luta por direitos e reconhecimento.
PARCEIROS DO INSTITUTO
Quilombo Santa Rita do Bracuí
Laboratório de Arqueologia de Ambientes Aquáticos – Universidade Federal de Sergipe
Laboratório de História Oral e Imagem – Universidade Federal Fluminense
Aventuras Produções e Edições Educativas Ltda.
Projeto Passados Presente – UFF, UNIRIO, UFRJ, Center for Latin American Studies CLAS PITTSBURGH
The Slave Wrecks Project
Smithsonian Institution National Museum of African American History and Culture
The George Washington University
Núcleo de Estudos de Cultura Material – Universidade do Estado do Rio de Janeiro
IMAS – Instituto de Memória e Ação Social
APOIADORES
NAUI – National Association of Underwater Instructors
Entrevista sobre nosso projeto Rio Amazonas do Gelo ao Mar, no Now This News, de New York. / Interview about our Amazon River Ice to Sea Project, on Now This News, New York.
Arqueólogos Subaquáticos, Oceanógrafos e Documentaristas, ao buscarem navios que colocaram o Brasil na Segunda Guerra mundial, encontram paraíso para mergulho no litoral de Sergipe.
Nesta reportagem do Jornal da Alese, de 17 de agosto de 2023: A Assembleia Legislativa de Sergipe, por meio da Escola do Legislativo, realizou ontem uma palestra sobre a importância dos eventos históricos ocorridos em Sergipe para a entrada do Brasil na Segunda Guerra Mundial e a respeito das pesquisas arqueológicas que buscam resgatar essa história.
A HISTÓRIA
Todos sabem que a segunda guerra mundial foi um dos períodos mais dramáticos da história humana, com batalhas na Europa, África e na Ásia, de 1939 a 1945. Porém, pouca gente sabe que o Brasil também foi atacado, com centenas de vítimas fatais. Desde o começo do conflito o Brasil se manteve neutro, por insistência do Presidente Getúlio Vargas. Mas através da pressão dos Estados Unidos da América, o Brasil cortou relações diplomáticas com os países do Eixo. Apesar disto, o Presidente Vargas se recusava a entrar na guerra.
Tudo mudaria entre os dias 15 e 16 de agosto de 1942, quando o submarino alemão U-507 covardemente torpedeou e afundou os navios mercantes brasileiros Baependi, Araraquara e Aníbal Benévolo, entre a Bahia e Sergipe, causando mais de 550 mortes. A partir da manhã seguinte, centenas de corpos dos naufragados foram chegando as praias sergipanas. Agora era inevitável. O território brasileiro havia sido atacado. Através de grande comoção popular e massiva cobertura de imprensa, o presidente Vargas teve que declarar guerra contra a Alemanha. Isto afetou o resultado da guerra, pois o Brasil se tornou uma base valiosa no Atlântico Sul, e os recursos brasileiros começaram a suprir os exércitos aliados. Sem o apoio do Brasil, o resultado da guerra poderia ter sido outro. Mas sobre a noite que fez o Brasil entrar na grande guerra, que verdadeiramente mudou o rumo da história, pouco se sabe.
Em busca de respostas a este grande mistério, um grupo de arqueólogos subaquáticos, historiadores, oceanógrafos, navegadores e cineastas se juntou para pesquisar os segredos da Segunda Guerra Submarina…
A BUSCA PELOS NAUFRÁGIOS
Com o suporte do Ministério Público Federal de Sergipe o projeto teve início no mar com as pesquisas geofísicas. Orientados pela historiadora e arqueóloga Roberta Rosa e pelo arqueólogo subaquático Gilson Rambelli do Laboratório de Arqueologia de Ambientes Aquáticos da Universidade Federal de Sergipe as buscas tiveram início. O objetivo do oceanógrafo Jonas Santos e do navegador Alexandre Maia Caldeira era encontrar evidências dos naufrágios que foram afundados pelo U-507.
Após exaustiva busca por extensa área do litoral, alguns alvos potenciais foram finalmente identificados, que poderia ser os naufrágios do Baependi e do Aníbal Benévolo. A segunda fase do projeto foi então colocada em andamento. Juntaram-se a equipe o arqueólogo subaquático Luis Felipe Freire Dantas Santos e os documentaristas e mergulhadores Vera e Yuri Sanada.
De posse das coordenadas geográficas, a equipe saiu de Aracaju no meio do inverno, época em que o mar é muito revolto e as condições para mergulho pouco recomendáveis. Porém era consenso que este mergulho era muito importante nesta altura do projeto, para identificar as condições na área onde os alvos foram encontrados, e possibilitar o planejamento das próximas fases da pesquisa. Após algumas horas navegando em péssimas condições de mar, eles chegaram a área de um dos possíveis alvos. Felipe e Yuri iniciaram a descida, e a 27 metros de profundidade encontraram condições muito agradáveis. Eles realizaram padrões de buscas, no curto tempo permitido a esta profundidade. Esta é uma região pouco explorada, pois sem projetos comerciais sendo executados ali, talvez apenas pescadores já visitaram a área. Para surpresa dos mergulhadores, o lugar se revelou de beleza e riqueza impressionantes, com pouca correnteza, vida marinha abundante, e portanto com grande potencial para turismo subaquático. Infelizmente na superfície as condições atmosféricas pioraram, o que fez com que a operação não pudesse continuar. A terceira etapa das pesquisas, com novas sondagens em busca de posicionamento mais preciso dos naufrágios está em planejamento, o que será seguido por mergulhos de identificação dos alvos. Isto será realizado no verão, quando as condições de mar devem serão bem mais agradáveis.
O PROJETO
Outro aspecto deste projeto que também é muito importante é que ele só foi possível pela parceria celebrada entre o poder público, as instituições de pesquisa e o setor privado. Acompanhe as novas etapas do projeto que trará a tona os detalhes deste episódio da história brasileira pouco conhecida, que colocou o Brasil na Segunda Guerra mundial, e mudou o rumo da história da humanidade.
No dia 6 de agosto de 2023, Vera e Yuri Sanada palestraram no evento Diálogos Amazônicos, evento inicial da Cúpula da Amazônia, que reune em Belém do Pará, oito líderes dos países Amazônicos.
Na sua apresentação foi debatido o futuro projeto Rio Amazonas do Gelo ao Mar, e as evoluções tecnológicas de eletromobilidade da ECOMOBI Brasil, empresa criada para gerenciar as novas tecnologias criadas como soluções para a expedição. Isto é muito relevante, o projeto cultural, a expedição, deixará um legado significativo para os povos amazônicos, tanto etnias indígenas, comunidades tradicionais ribeirinhas, quando quilombos ligados ao rios.
A segunda parte da palestra foi a apresentação do Instituto AfrOrigens, que foi criado para pesquisar naufrágios de navios escravagistas na costa brasileira, ligados a comunidades afrodescendentes. O primeiro caso em estudo, o do Brig Camargo, que está sendo realizado desde 2022 em Angra dos Reis com o Quilombo Santa Rita do Bracuí, foi apresentado.
Neste sábado, 5 de Agosto, às 14 horas na sala 05 do Hangar Convenções e Feiras da Amazônia, em Belém do Pará, palestra com Vera e Yuri Sanada sobre o projeto Rio Amazonas do Gelo ao Mar e sobre o Insituto AfrOrigens, no evento Diálogos Amazônicos.
Este evento é o preparatório para o encontro dos presidentes dos países Amazônicos, na mesma, semana, de 8 a 9 de Agosto.
Idealizadores do projeto Rio Amazonas Gelo ao Mar, que foi capa do Jornal Washington Post em junho e viralizou em jornais do mundo todo, estarão em Belém para os Diálogos Amazônicos da Cúpula da Amazônia e inspeções nos locais da expedição
Idealizadores do Projeto “Rio Amazonas do Gelo ao Mar”, Yuri e Vera Sanada, estarão em Belém a partir do dia 4 de agosto para inspecionar os locais da expedição no Pará onde serão realizados os eventos e participar dos Diálogos Amazônicos da Cúpula da Amazonia. O projeto, que tem apoio da Clean Seas Campaign e da Earth Odissey e de embaixadores como Tapi Yawalapti, cacique da Etnia Yawalapti do Xingu e a documentarista Celine Cousteau, entre outros, foi capa do Jornal Washington Post em junho e viralizou em jornais do mundo todo. Pela primeira vez, uma equipe profissional de produtores audiovisuais percorrerá toda a extensão do Rio Amazonas a bordo de barcos movidos a energia solar e a pedal, construídos com bioresina e fibras naturais. Yuri Sanada, CEO da Aventuras Produções, acredita que essa viagem pelo Rio Amazonas seja muito mais do que um estudo para ver se ele é mesmo o maior rio do mundo. ‘’Nosso objetivo é defender o uso de energias limpas, reduzir a poluição das águas e, claro, também checar se o Amazonas é o maior rio do mundo, tanto em extensão territorial quanto em volume de água’’, explica o membro do exclusivo Explorers Club de Nova Iorque, do qual fazem parte empresários de sucesso como Elon Musk e Jeff Bezos, além de astronautas e cientistas.
A experiência será documentada para confirmar se o Rio Amazonas é o maior do mundo, tanto em extensão territorial quanto em volume de água. Segundo os ambientalistas, caso confirmem que o Rio Amazonas é, de fato, o maior do planeta, desbancando o Rio Nilo, no Egito, a descoberta irá mudar os livros de geografia no mundo. O casal Sanada possui décadas de experiências em projetos realizados ao redor do planeta, em parceria com entidades reconhecidas internacionalmente, como as expedições que fizeram em uma réplica de um barco fenício do ano 600 a.C., que navegou ao redor da África e através do Oceano Atlântico, e que agora terá um museu dedicado a ele no Rio Mississippi, nos EUA. Ambos também são responsáveis pela produção do primeiro e único filme IMAX brasileiro, o multipremiado Amazon Adventure 3D, exibido em 40 países.
Entre outros projetos, eles são cofundadores do Instituto AfrOrigens, que investiga o caso do naufrágio do navio Camargo, na Baía da Ilha Grande, no Rio de Janeiro, que trouxe cerca de 500 africanos escravizados de Moçambique para o Brasil em 1852, quando o tráfico já havia sido tornado ilegal. Afundado criminosamente por seu capitão, Nathaniel Gordon, é parte de um documentário que está sendo produzido pela Aventuras e servirá de base para o longa- metragem “Blackbirder”, a ser produzido em coprodução com os Estados Unidos. O projeto conta com a colaboração da Universidade Federal Fluminense e integra as ações do “Slave Wrecks Project”, do Museu Nacional de História e Cultura Afro-Americana do Instituto Smithsonian, nos EUA.
Mais informações sobre a parte do Pará no projeto Rio Amazonas do Gelo ao Mar: http://www.amazonadventure.org
No dia 7 de julho, a partir das 9h, na sede do Arquivo Nacional, no Rio de Janeiro, acontece o seminário “O caso do navio escravagista Camargo – Resgatando a materialidade de uma história brasileira e internacional sobre um crime contra a humanidade”. O evento irá apresentar o projeto de pesquisa sobre o caso, que representa a primeira iniciativa de estudos sobre os vestígios de um navio escravagista naufragado no litoral brasileiro, o Brigue Camargo, e reúne provas do tráfico transatlântico ilegal de africanos ao Brasil.
O Brigue Camargo foi roubado na Califórnia (EUA) em 1851, pelo seu capitão Nathaniel Gordon, que navegou até Moçambique, de onde trouxe cerca de 500 africanos escravizados para o porto clandestino do Bracuí, em Angra dos Reis, em dezembro de 1852, quando foi afundado intencionalmente. As pesquisas arqueológicas sistemáticas para a localização dos restos do navio no fundo da Baía da Ilha Grande foram iniciadas em 2022 e simbolizam a abertura de uma nova linha investigativa global em águas brasileiras.
O evento contará com a participação de pesquisadores e autoridades brasileiras e norte-americanas, e da comunidade do Quilombo Santa Rita do Bracuí, de Angra dos Reis. Durante a semana, precedendo o evento, serão realizadas atividades de geofísica na costa de Angra dos Reis, usando três tecnologias de escaneamento do fundo do mar, e mergulhos da equipe de arqueologia subaquática. Também será realizado um encontro no quilombo com entidades brasileiras e americanas.
O seminário é uma promoção conjunta do Instituto AfrOrigens, do projeto Passados Presentes, do Quilombo Santa Rita do Bracuí e do Arquivo Nacional, em parceira com o Slave Wrecks Project, uma rede internacional coordenada pelo Smithsonian Institution National Museum of African American History and Culture com a George Washington University, que estuda naufrágios de navios escravagistas pelo mundo.
Agenda
Dia: 7 de julho (sexta-feira)
Local: Arquivo Nacional – Praça da República, 173, Centro, Rio de Janeiro
Programação:
9h – Café de Recepção
9h30 – Mesa de Abertura
10h – Apresentação da pesquisa
Participantes:
Ana Flávia Magalhães Pinto – Diretora-geral do Arquivo Nacional
Paul Gardullo – Curador supervisor e diretor do Centro de Estudos Global da Escravidão do Smithsonian Institution National Museum of African American History and Culture.
Stephen Lubekmann – Professor da George Washington University e coordenador internacional do Slave Wrecks Project
Luis Felipe Freire Dantas Santos – Presidente do Instituto AfrOrigens. Doutor em Arqueologia.
Marilda de Souza Francisco – Líder do Quilombo Santa Rita do Bracuí.
Martha Abreu – Historiadora e pesquisadora do Projeto Passados Presentes. Professora do PPGH/UFF e pesquisadora do PPGHS da FFP/UERJ.
Julio Cesar da Silva Marins – Vice-presidente do Instituto AfrOrigens. Mestrando em arqueologia.
O projeto Rio Amazonas do Gelo ao Mar, da Aventuras Produções, foi publicado na primeira página do jornal Washington Post, um dos periódicos mais respeitados do mundo.
Is the Amazon river longer than the Nile? A team of international explorers are planning a voyage down the entire Amazon river to document its geography and biodiversity. Lead by Brazilian explorer Yuri Sanada, the team will kayak the entire river next spring—something that has been done fewer than 10 times in history.
Vera e Yuri falam dos projetos da produtora Aventuras Produções, fundada em 1996. Eles mostram os projetos Phoenician Ship Expedition ao redor da África, o Phoenicians Before Columbus através do Oceano Atlântico, o primeiro filme IMAX brasileiro Amazon Adventure 3D, o AfrOrigens, a Casa Orgânica, e o novo Rio Amazonas do Gelo ao Mar. Apoio: Departamento de Engenharia Civil e Ambiental da PUC-Rio
A palestra relata a organização de projetos especiais como as expedições em uma réplica de um barco fenício do ano 600 a.C. ao redor da África e através do Oceano Atlântico, e que agora terá um museu dedicado a ele nos EUA; a produção do primeiro e único filme IMAX brasileiro, o multipremiado Amazon Adventure 3D, exibido em 40 países; a fundação do Instituto AfrOrigens, para localizar e estudar navios escravagistas no Brasil, e mais. Também será apresentado o Projeto Rio Amazonas do Gelo ao Mar onde, pela primeira vez, uma equipe de produtores audiovisuais profissional percorrerá toda a extensão do Rio Amazonas a bordo de barcos movidos a energia solar e a pedal, construídos com biorresina e fibras naturais. O projeto irá defender o uso de energias limpas, reduzir a poluição das águas, documentar a biodiversidade e confirmar se o Amazonas é o maior rio do mundo, tanto em extensão territorial quanto em volume de água.
12 de Junho de 2023, às 10:00 horas, no auditório do RDC – Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio)
Nesta segunda 12 de junho 2023 o jornal Washington Post da capital americana publicou um artigo sobre nosso projeto futuro no Rio Amazonas.
Com o título “O Nilo é o rio mais longo do mundo? O Amazonas gostaria de uma palavra.” o artigo traz a pesquisa a ser realizada pela Aventuras Produções no projeto Rio Amazonas do Gelo ao Mar. Saiba mais clicando aqui.
Uma conversa com VERA & YURI SANADA sobre a produção e legado das expedições do barco fenício, o primeiro filme IMAX brasileiro, o Instituto AfrOrigens, o Projeto Rio Amazonas do Gelo ao Mar, e mais.
A palestra relata a organização de projetos especiais como as expedições em uma réplica de um barco fenício do ano 600 a.C. ao redor da África e através do Oceano Atlântico, e que agora terá um museu dedicado a ele nos EUA; a produção do primeiro e único filme IMAX brasileiro, o multipremiado Amazon Adventure 3D, exibido em 40 países; a fundação do Instituto AfrOrigens, para localizar e estudar navios escravagistas no Brasil, e mais. Também será apresentado o Projeto Rio Amazonas do Gelo ao Mar onde, pela primeira vez, uma equipe de produtores audiovisuais profissional percorrerá toda a extensão do Rio Amazonas a bordo de barcos movidos a energia solar e a pedal, construídos com biorresina e fibras naturais. O projeto irá defender o uso de energias limpas, reduzir a poluição das águas, documentar a biodiversidade e confirmar se o Amazonas é o maior rio do mundo, tanto em extensão territorial quanto em volume de água.
12 de Junho de 2023, às 10:00 horas, no auditório do RDC – Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) Rua Marquês de São Vicente 225 – Gávea, Rio de Janeiro Informações: fsilva@puc-rio.br e aventura@aventura.com.br Imprensa: Malu Fernandes (21) 98104-9636
Quem assistiu ao filme “Descendant” na Netflix, ou “O Último Navio Negreiro”, conhece o mergulhador Kamau Sadiki. Ele é um dos fundadores do Projeto ” Diving with a Purpose“, ou “Mergulhadores por um Propósito”, produzido pela empresa do ex-presidente Barack Obama e sua esposa, Michelle.
Mergulhador Kamau Sadiki na abertura do filme “Descendant”, produzido por Obama
Nesta quinta-feira, 2 de fevereiro de 2023, às 21 h, horário de Brasília, Kamau dará uma palestra sobre o tema “Conectando memória ancestral através da história e arqueologia de navios escravagistas” para o Mariners Musem, de Viriginia, Estados Unidos. O evento é gratuito e pode ser assistido online através de link fornecido após cadastro no site do museu:
Kamau participou do Congresso Internacional da Society for Historical Archaeology e do Seminário Internacional do Slave Wrecks Project, no mês passado, em Lisboa, Portugal.
Os arqueólogos subaquáticos Julio César Marins e Gilson Rambelli conversam com o mergulhador Kamau Sadiki sobre as buscas por navios negreiros
Durante os eventos conversou com o diretor da Aventuras Produções, Yuri Sanada, e os arqueólogos subaquáticos Gilson Rambelli e Julio César Marins, que representaram o Projeto AfrOrigens, parceiro do Slave Wrecks Project no Brasil. Coloca o relógio para despertar! Palestra imperdível!
Yuri Sanada e Kamau Sadiki participam de jantar oferecido pelo Smithsonian Institute em Lisboa
Dia 2 de janeiro, já começando a trabalhar nos projetos que amamos.
Viajando para Lisboa para participar da conferência anual da Society for Historical Archaeology: https://sha.org/conferences/.
Vamos apresentar um trabalho junto com o professor Gilson Rambelli, considerado o pioneiro da Arqueologia subaquática no Brasil, e o pós-graduando Julio Cesar Marins, e participar de reuniões com o Smithsonian Institution: https://www.si.edu/ e Slaves Wreck Project: https://nmaahc.si.edu/explore/initiatives/slave-wrecks-project.
Sergio é economista, explorador, pesquisador, e instrutor da GUE – Global Underwater Explorers, com projetos de pesquisas subaquáticas em diversos países.
Primeiro campeão brasileiro de canoagem da história, fabricante de caiaques, canoas Havaianas e Surfskis. Vai falar sobre o projeto KA-ORA, remando na recuperação do câncer de mama.
Quarta-feira, 30 de março às 19h30.
INSCREVA-SE NO CANAL para acompanhar as LIVES e as nossas produções: https://bit.ly/2KlcWhv
Bióloga, espeleóloga, aventureira, sempre buscando conhecer novos lugares e admirar as coisas simples da vida. Jaqueline vai falar sobre resgates em espeleologia.
Edição Limitada: COMPRE AGORA MESMO E RECEBA GRATUITAMENTE EM SUA CASA O LIVRO ASSINADO PELOS AUTORES.
Este livro permite o ingresso no universo dos barcos de recreio, seus sistemas e práticas de uso, e dicas sobre a vida a bordo de passeios curtos até longas travessias oceânicas. Baseado em mais de 30 anos de experiências náuticas dos autores ao redor do mundo, navegando em barcos modernos, clássicos, e históricos. Com introdução a barcos de propulsão elétrica e outras novidades.
Vera & Yuri Sanada – Aventuras Produções & Edições Educativas Ltda.
SUMÁRIO
Introdução / O Iatismo a moda antiga / O Mar doce Lar.
PARTE I – ESTILO DE VIDA NÁUTICO
1. Prontos para a aventura / 2. Higiene mental / 3. Onde manter seu barco / 4. A Cozinha, provisões e receitas / 5. Gerenciando finanças a bordo.
PARTE II – CONHECENDO OS BARCOS
6. Um barco para cada finalidade / 7. Tipos de barco a motor / 8. Barcos movidos a vela / 9. Propulsão elétrica, solar e alternativas / 10. Adquirindo o barco / 11. Reparos imediatos / 12. A eletricidade simplificada / 13. Sistemas básicos / 14. Sistemas que podem salvar seu barco / 15. Sistemas que facilitam a vida / 16. Para você saber onde está.
PARTE III – SEGURANÇA E EMERGÊNCIAS
17. Como ocorrem os acidentes / 18. Animais marinhos / 19. Primeiros socorros em alto-mar / 20. Técnicas de resgate no mar / 21. Sistemas que podem salvar sua vida / 22. Reparos em alto-mar / 23. Abandonando a embarcação.
PARTE IV – TÉCNICAS DE CRUZEIRO
24. Para fundear seu barco / 25. Em mares bravios / 26. Encontrando o caminho / 27. Atravessando os oceanos / Mensagem final / Agradecimentos.
PARTE V – APÊNDICE
Termos náuticos / Lista para peças sobressalentes / Lista de primeiros socorros / Lista de ferramentas / Lista para bolsa de abandonar o barco / Ficha de emergência para rádio / Ficha de navegação / Lista de alimentos e receitas práticas.
INTRODUÇÃO DE 2021
Em 1995, logo após terminarmos uma travessia do Oceano Pacífico cheia de contratempos, retornamos ao Brasil em busca de uma editora para nosso primeiro livro. Assim nasceu o Como Viver a Bordo, lançado pela editora L&PM em 1996, seguido de outro livro náutico em 1997, e outros nos anos seguintes.
Desde então continuamos nossas aventuras náuticas pelo mundo, em situações maravilhosas mas nem sempre tranquilas, e em alguns projetos que alcançaram destaque internacional.
Após 25 anos estamos relançando o Como Viver a Bordo impresso, que, para nossa surpresa permaneceu relevante este tempo todo. Uma versão digital que lançamos uns anos atrás recentemente alcançou o quinto lugar em vendas de livros de esportes aquáticos no Amazon.com. E os livros usados de 1996 vem sendo negociados em sebos por centenas de reais!
Esta nova edição impressa traz as informações práticas de antes, que permanecem as mesmas, apenas atualizadas, mas adicionamos novos conteúdos, como a propulsão elétrica e solar, e mais de nossas experiências, que, esperamos, possam vir a ajudar o leitor em suas aventuras pelo mundo.
INTRODUÇÃO ORIGINAL DE 1995
Como iniciar uma vida cheia de emoções e belezas pelos mares ou rios e lagos? Como preparar um barco para a temporada? Como atravessar um oceano num veleiro? Como escolher o barco certo?
Este livro foi escrito para aqueles que têm a aventura latente no sangue e buscam respostas para questões como estas. Nas páginas seguintes estão descritas as técnicas e os sistemas modernos usados por navegadores ao redor do mundo. Você terá acesso a informações sobre como planejar sua viagem em veleiros ou lanchas seja ela até a ilha vizinha ao iate clube ou até os confins do mundo.
Abordamos todos os assuntos, começando pelo mais básico, para aqueles que sonham em adentrar ao mundo aquático, e progredimos até níveis mais complexos, transformando atividades difíceis em etapas fáceis de entender e seguir. Os termos náuticos são explicados em português e inglês, para que você já vá se preparando para cruzar águas internacionais. Aqui se encontram informações de como comprar um barco, e equipá-lo para usar nos fins de semana ou para dar a volta ao mundo, ou até mesmo como repará-lo em alto-mar. As dicas para fazer do iniciante um expert em cruzeiros oceânicos.