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A Expedição Phoencia, realizada em uma embarcação histórica que deu a volta na África durante dois anos e depois navegou da Tunísia até os Estados Unidos, foi um dos principais interesses dos professores e alunos da FATEC – Faculdade de Tecnologia de Jahu, durante as três horas de palestra dos exploradores Vera e Yuri Sanada, realizada no dia 9 de março, no Centro Paula Souza. Como membros de uma das únicas faculdades de tecnologia voltadas à construção naval no Brasil, tiveram muita curiosidade sobre como eram construídas as embarcações 600 anos antes de Cristo e como obtiveram informações para montar a réplica já que não existiam projetos naquela época. Assista aos 24 episódios do Desafio Fenício no link https://www.youtube.com/playlist?list=PLAAsP5BkufbmAZ90XV_kMqJBFFi65cuIu
Outro assunto bastante abordado foi a construção da embarcação Guaracy, que será usada durante a Expedição Rio Amazonas do Gelo ao Mar. Alunos e professores da FATEC são responsáveis pelo desafio de desenvolver bancos, motores elétricos e até o casco do trimarã que percorrerá todo o maior rio em volume de água do planeta. Os testes são feitos em um tanque à medida que desenvolvem a nova categoria de embarcação, conforme matéria publicada no site da faculdade: https://www.cps.sp.gov.br/fatecs-criam-embarcacao-que-fara-mapeamento-do-rio-amazonas/
Estamos em finalização do documentário “Uma jornada da nascente à foz do Rio Tietê”. Vamos produzir as últimas imagens necessárias para a equipe da Casa Amarela finalizar esse longa-metragem documental com previsão de lançamento no dia 22 de setembro, aniversário do rio.
As gravações atravessam todo o Estado de São Paulo, acompanhando o percurso de um dos mais importantes rios do mundo. A premissa inicial é sua importância para a formação do estado, desde a era dos descobrimentos, passando pela realidade atual, e rumo ao futuro. O Rio Tietê foi imprescindível para exploração e ocupação do interior paulista, com seus 1,1 mil quilômetros de extensão que correm do litoral para o interior do continente. Embora tenha sofrido interferências ao longo dos tempos, ele é eterno, adaptável e, através dele, contaremos falaremos sobre história e geografia pelo interior do estado.
O filme é uma produção que educa enquanto entretém. A jornada tem início na nascente, em Salesópolis, que se encontra em excelentes condições, com água limpa e potável. Dali segue seu percurso, ficando mais volumoso ao passar por diversas cidades até chegar à capital São Paulo, onde sofre com os poluentes de diversas fontes ao longo do caminho. Seguindo seu caminho, o Tietê passa por cidades como Pirapora do Bom Jesus, Salto, Porto Feliz e em seu município homônimo, importantes locais que contribuíram para o desenvolvimento do estado, sempre a partir do uso do rio.
Ao longo deste trajeto o Tietê recebe águas de outros rios e, por estar longe das fontes poluidoras principais, ao chegar em Barra Bonita, o rio está limpo, possibilitando a prática de esportes náuticos. A cidade de Sales oferece atrativos como praias fluviais e um centenário cemitério dos esquecidos. O Rio Tietê passa por regiões agrícolas até chegar ao canal artificial de Pereira Barreto, o segundo maior canal artificial do mundo. A última cidade é a pequena Itapura, rica em história e atrativos naturais, por onde até o Imperador D. Pedro II passou. O encerramento do filme ocorre em seu encontro com o Rio Paraná, mostrando uma impressionante aventura pela história e geografia do estado mais rico do país.
¨Em busca do navio escravagista no Rio¨ é a chamada para a matéria veiculada na primeira página do Jornal O Estado de São Paulo hoje, domingo, 22 de fevereiro. Foram duas páginas sobre o trabalho da equipe da Aventuras Produções, liderada pelos documentaristas e mergulhadores Vera e Yuri Sanada, que atuam em parceria com um grupo de arqueólogos, historiadores e integrantes do Quilombo Santa Rita do Bracuí, em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro.
A história da busca do brigue Camargo será contada no documentário Blackbirder, a ser realizado pela equipe da produtora, com base no livro do escritor americano Ron Sodalter, ¨Hanging Captain Gordon¨, ainda não traduzido para o português. Com roteiro do próprio autor da obra, do roteirista Rafael Peixoto e do idealizador do projeto AfroOrigens, Yuri Sanada. ¨O capitão Gordon é um personagem importante tanto para o Brasil quanto para os Estados Unidos. Há mais de dez anos tenho vontade de contar essa história, de fazer um filme sobre o último navio negreiro a aportar no Brasil e o único traficante de escravos condenado e enforcado¨, destacou Sanada ao Estadão. Quem quiser saber mais, pode ler a matéria no jornal, o livro ou ainda o site www.afrorigens.com.br.
Um dream team de arqueólogos, mergulhadores, professores, historiadores, produtores audiovisuais e educadores trabalha na busca do navio escravagista Camargo, que naufragou em 1852, em Angra dos Reis. É um resgate histórico que conta com a participação de diversos membros do Quilombo Santa Rita do Bracuí, localizado na cidade, que mantiveram esta história viva por tradição oral por 170 anos.
Participam das buscas a equipe da Aventuras Produções, com participação direta dos mergulhadores Vera e Yuri Sanada; Gilson Rambelli, Doutor em Arqueologia Subaquática, Instrutor de Mergulho NAUI, autor de artigos científicos e alguns livros, pioneiro da Arqueologia Subaquática no Brasil, Professor da Universidade Federal de Sergipe, coordenador científico geral do projeto e do Laboratório de Arqueologia de Ambientes Aquáticos (LAAA); Luis Felipe Freire Dantas Santos, Bacharel em História, Doutor em Arqueologia, Especialista em Cinema e Linguagem Audiovisual, mergulhador científico e coordenador das atividades subaquáticas; Julio Cesar da Silva Marins – Bacharel em Arqueologia e coordenador das pesquisas sobre o naufrágio do Camargo; Martha Abreu, Professora, Historiadora, professora titular do Programa de Pós-Graduação em História e do Instituto de História da UFF, pesquisadora do LABHOI/UFF e coordenadora dos trabalhos de História do projeto e Marilda Sousa, liderança do Quilombo Santa Rita do Bracuí, Educadora e Mestre dos Saberes Tradicionais, entre muitos outros envolvidos direta ou indiretamente.
A busca pelo naufrágio do brig Camargo é parte do documentário que a Aventuras Produções está em busca de captação de recursos com importantes parceiros internacionais. O documentário contará a história do único traficante de escravos condenado e enforcado no mundo, o capitão americano Nathaniel Gordon, executado em 1862, nos Estados Unidos.
A mesma história será abordada no longa-metragem narrativo BLACKBIRDER, que contará como o capitão Gordon se tornou um símbolo da luta do presidente americano Abraham Lincoln para terminar com o tráfico ilegal de escravizados por seus conterrâneos. Este filme é muito significativo para o momento em que o mundo está vivendo, com diversos movimentos nacionais e internacionais em luta por mais igualdade e justiça racial.
Nathaniel Gordon se tornou capitão do mar e se envolveu no comércio ilegal de seres humanos negros. Embora a escravidão ainda fosse legal nos Estados Unidos, era proibido levar escravos da África para as Américas e os americanos se envolverem com esta prática nefasta em qualquer lugar do mundo. No entanto, a maioria dos navios negreiros era financiada e navegava a partir de Nova York, o centro não-oficial de escravidão nas Américas. Como muitos outros capitães americanos, Gordon ganhava a vida navegando para a África com objetivo de contrabandear nativos para Cuba ou Brasil. Em sua primeira viagem, em 1851, ele roubou o navio Camargo e navegou para Moçambique para trazer 500 africanos para o Rio de Janeiro.
Depois de descarregar sua triste carga, o capitão Gordon afundou o navio e se vestiu de mulher para fugir para Nova York. Nessa época, o jovem Abraham Lincoln começou a se envolver na política americana, o que o levaria a concorrer à presidência anos depois. Depois de mais algumas viagens, Gordon foi capturado na costa da África, comandando o navio negreiro Erie com 970 africanos a bordo, e levado para Nova York. Embora contra a lei por décadas nos Estados Unidos, nenhum traficante de escravos havia sido punido severamente, uma vez que grande parte da economia de Nova York e dos estados do sul dependia do trabalho escravo. Como o governo era corrupto, o capitão Gordon tinha certeza de que seria libertado em breve, mas algo inédito aconteceu. Abraham Lincoln tornou-se presidente dos Estados Unidos e declarou que acabaria com o tráfico de pessoas de uma vez por todas.
Uma batalha legal suja ocorreu, enquanto os ricos comerciantes de Nova York que investiam em escravos sentiam seus impérios ameaçados. Uma vítima dessa situação foi Elizabeth, a jovem esposa do capitão Gordon, que não sabia nada sobre suas atividades ilegais, e, de repente, foi arrastada para esse pesadelo. Embora tivesse repulsa por seus atos, ela permaneceu fiel ao marido, tentando encontrar um caminho para sua liberdade. Apesar de tudo isso, Gordon se tornou o primeiro e único comerciante de escravos condenado e enforcado nos Estados Unidos, talvez no mundo. Isso mudou o jogo na luta contra a injustiça racial. Através da vida de Lincoln, Gordon e Elizabeth, esta história põe em cheque o triste período da história americana até a trágica Guerra Civil. Será um filme forte, alinhado às tendências revisionistas de Hollywood. O longa-metragem é reforçado pelas pesquisas arqueológicas e históricas que trarão à tona a história do brigue Camargo.
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Você imagina começar a empreender no Japão há mais de 30 anos? Ou ainda, começar uma atividade esportiva como negócio em outro país? Nos dias atuais é um pouco mais fácil pois, com a globalização, principalmente a internet para divulgar seu trabalho, ajuda bastante, mas botar este sonho de pé na década de 90 era para poucos… A estratégia do casal Vera e Yuri Sanada foi divulgar seus sonhos em jornais e revistas impressas e bater de porta em porta.
Em 1990 os dois se mudaram para o Japão em busca das origens dos avós de Yuri e foram e da prosperidade no país do sol nascente. Chegando lá, tiveram a sorte de encontrar com parentes que os ajudaram nos primeiros meses. Trabalharam em fábricas, como todo dekasseki, mas funcionar como mão-de-obra barata não era para a dupla de aventureiros. Como é preciso contrato com alguma empresa japonesa no país para terem visto, encararam como oportunidade uma indústria de máquinas copiadoras durante cinco meses.
Matéria na Revista Náutica.
Em seguida, Yuri começou a dar aulas de inglês para brasileiros e Vera a vender produtos levados daqui para lá. Montaram uma van com prateleiras, pegaram objetos consignados de uma importadora e procuravam os conterrâneos para vender à noite, quando chegassem de seus empregos. Andavam pelos prédios e, quando viam roupas no varal que identificavam ser de brasileiros, batiam na porta na maior cara de pau… Formaram uma vasta freguesia, que passou até a fazer encomendas. Daí surgiu a oportunidade de divulgar as aulas de inglês, ampliar o faturamento, começar um curso de mergulho- já que tinham uma certificação NAUI- e formar vários brasileiros que tinham o desejo adormecido de desfrutar deste prazer. Lá se foram quase quatro anos e mais de 100 alunos capacitados… Estamos falando de 1993… Vera e Yuri com menos de 30 anos de idade…
Como o inverno no Japão é muito rigoroso, eles precisaram achar uma solução para não pararem com as atividades aquáticas e conseguirem pagar as contas. O Japão é um país bem caro! Foi aí que fizeram acordo com uma operadora de mergulho nas Filipinas. Em cinco horas chegavam e faziam um mergulho noturno numa ilha deslumbrante, a Puerto Galera. Antes de embarcarem, com uma estação de esqui a uma hora de casa, no estado de Gunma Ken, aproveitavam para levar o pessoal para mais uma atividade esportiva e ganhar um dinheiro. Em seguida, trocavam de roupa e seguiam para o aeroporto. Um casal nada convencional, sempre em busca de qualidade de vida!
Para saber mais sobre essa história, leia a matéria sobre como a dupla empreendeu no Japão com a Escola ProfundoScubaDiving! Quer ter mais detalhes sobre como ousar e enfrentar o medo do desconhecido? Contrate uma palestra para seu time de colaboradores! Contatos:
Quando a Aventuras Produções foi criada, ela se chamava Aventuras Radicais, não que a Vera e Yuri Sanada sejam radicais, nada disso, eles gostam é de aventuras, principalmente quando envolve a produção de documentários e filmes. Moraram em alguns países, em veleiros e hoje vivem em uma casa feita de pneus, a Casa Orgânica. Essa é uma história para ser contada com detalhes. A ideia talvez seja um pouco radical, mas não para eles. Na Casa Orgânica fica o estúdio de gravações usado para as produções audiovisuais.
O casal tem muitas histórias de produções de aventura para contar e já foi matéria em diversos veículos pelo Brasil e pelo mundo. Em 1996, por exemplo, a Revista Claudia fez uma matéria muito bacana sobre a Vera, para saber como a aventura faz parte da vida deles sob o ponto de vista da mulher. Essa matéria foi veiculada há 27 anos, impressionante! O tempo passou, eles já têm alguns poucos cabelos brancos mas o estilo de vida deles não mudou muito. Deixaram de habitar no veleiro, é verdade, mas agora dormem e acordam em uma residência diferente da maioria das pessoas, um lar de pneus!
Como eles falam, “morávamos em um barco de concreto com milhares de milhas navegadas e hoje dentro de paredes revestidas de borracha, talvez a casa mais rodada do planeta, feita com quase 7.000 pneus!”
Quando o Projeto Rio Amazonas do Gelo ao Mar foi idealizado, a equipe da Aventuras Produções buscou uma solução para percorrer o maior rio em volume de água do mundo sem muito impacto, evitando o uso de combustível fóssil. Yuri Sanada, CEO da produtora, desenvolveu uma bicicleta náutica, a Nauticleta, para pedalar na Represa Jaguari, em Joanópolis, onde vive. Estava aí uma ideia, mas percorrer os 7.000 km do Rio Amazonas pedalando não seria uma tarefa fácil e levaria muito mais tempo do que o previsto. E por que não colocar um motor? Melhor ainda, um motor solar, de baixo custo, prático e sem impacto ao meio ambiente.
Foi aí que surgiu o projeto do Guaraci, barco movido a pedal e motor solar. Esse modelo de embarcação tem a praticidade do pedal e a economia de combustível, por ser solar, perfeito para as comunidades ribeirinhas, que utilizam o transporte náutico no seu dia a dia, até mesmo para ir à escola, e, com uma enorme vantagem, sem impacto ambiental.
Yuri Sanada na Nauticleta, bicicleta náutica 100% construída na Aventuras Produções.
O protótipo está sendo desenvolvido pela Aventuras Produções e por voluntários como professores e alunos da FATEC de Jaú, a Pedal Sustentável, de José Carlos Armelindo, Oliver Ilg da Sterling Yachts, entre outros parceiros. O motor elétrico está em fase de testes e o barco sendo construído. Até junho os testes serão iniciados e as pessoas poderão experimentar essa tecnologia inovadora.
A convite da George Washington University, a Aventuras Produções acaba de participar da conferência anual da Society for Historical Archaeology, realizada em Lisboa, Portugal. A empresa foi representada pelo CEO Yuri Sanada, que acompanhou os arqueólogos Julio César Marins e Gilson Rambelli, do Laboratório de Arqueologia de Ambientes Aquáticos da Universidade Federal de Sergipe (LAAA-UFS).
Yuri Sanada, Julio César Marins e Gilson Rambelli.
A produtora trabalha com historiadores, mergulhadores arqueológicos e integrantes do Quilombo Santa Rita do Bracuí, em Angra dos Reis, em uma pesquisa inédita sobre embarcações escravagistas que trouxeram, ilegalmente, 700 mil negros ao Brasil, mesmo após a libertação.
Reitoria Universidade NOVA de Lisboa.
O Instituto AfrOrigens, como está sendo chamado, surgiu a partir da história do capitão Nathaniel Gordon, único americano enforcado por ter sido escravagista, enredo do filme BlackBirder http://produtora.aventura.com.br/black-birder em negociações internacionais. Seja um investidor ou patrocinador de nossos projetos!