Lançamento do livro Luzes da África

Jornada de 40 mil km revela o brilho da África

Em Luzes da África, Haroldo Castro oferece um olhar positivo sobre uma região do planeta que, ainda hoje, é mal conhecida. Longe dos clichês da miséria e da guerra, o livro é um fascinante relato de aventuras e apresenta uma percepção peculiar sobre um continente de surpresas. O prefácio é assinado por Gilberto Gil.

A expedição de 40 mil km levou pai e filho a participarem de rituais sufis no Sudão, a compreenderem as últimas etnias nativas da Etiópia, a testemunharem leoas esquartejando uma presa na Tanzânia ou a degustarem cogumelos selvagens em Angola. Haroldo mostra ao leitor a essência de ser um viajólogo, o andarilho criativo, sensível e ávido por conhecimento. O livro de 22 capítulos traz 19 mapas e dois encartes com fotografias impactantes.

Os lançamentos ocorrerão no Rio de Janeiro em 2 de maio (Livraria da Travessa, Shopping Leblon), em S. Paulo em 7 de maio (Livraria Cultura, Av. Paulista) e em Campinas em 8 de maio (Saraiva Megastore, Shopping Iguatemi).

Haroldo de Andarahy Faria Castro é fotógrafo, jornalista, produtor e diretor de documentários, conservacionista e um notável viajante. Documentou mais de 160 países no mundo e cunhou a palavra Viajologia, a arte-ciência que reconhece a viagem como uma escola dinâmica. Publicou centenas de reportagens e milhares de fotografias na imprensa brasileira e mundial. Nascido na Itália, de mãe francesa e pai brasileiro, Haroldo domina quatro idiomas.

Contato para entrevistas, fotografias e imagens de vídeo:

Editora Civilização Brasileira (Grupo Editorial Record)

Assessoria de imprensa
Tel: (21) 2585 2047 – fax: (21) 2585 2082

Gabriela Máximo: gabrielamaximo@record.com.br

Leonardo Figueiredo: leonardo.figueiredo@record.com.brimprensa@record.com.br

Haroldo Castro

E-mail: hc@haroldocastro.com

Site: www.haroldocastro.com

 “Luzes da África” de Haroldo Castro

Prefácio de Gilberto Gil

Editora Civilização Brasileira. 

574 páginas

Encarte fotográfico: 127 imagens, 64 páginas

Formato: 16 x 23 cm

Preço: R$ 64,90

Esculturas em livros velhos que inspiram grandes viagens…

Por quase trinta anos o artista canadense Guy Laramée trabalhou como escritor, diretor, compositor, fabricante de instrumentos musicais, cantor, escultor, pintor e escritor. Mas entre suas obras esculturais nos chamou atenção duas séries de paisagens incríveis esculpidas em livros, intituladas Biblios e A Grande Muralha. Ele conseguiu unir duas paixões, livros e viagens. As páginas densas de livros antigos são escavados para revelar montanhas, planaltos, e estruturas antigas.

Ele torna alguns livros antigos, com enciclopédias, que hoje se encontram desatualizadas ante a velocidade da internet, e as tranforma em obras de arte.

 

A próxima exibição de Laramée será em abril de 2012 na Galerie d’Art d’Outremont em Montreal, canadá.

Google Earth usa satélites de espionagem para guardar monumentos do mundo antigo.

Conservacionistas estão usando satélites espiões, com tecnologia de ponta e uma rede de peritos humanos para construir um sistema de alerta precoce para alguns dos maiores e mais ameaçados sítios arqueológicos do planeta.

“O que estamos tentando realmente fazer é reunir os arqueólogos do mundo, os conservadores, historiadores e outros especialistas e ajudá-los a organizar e administrar esses sítios de interesse. Nós fornecemos o mapeamento por satélite, dossiers científicos, informações sobre o status legal, todos os dados relevantes sobre esses sítios para que as pessoas possam tomar decisões informadas”, explicou Jeff Morgan, diretor executivo do Fundo do Património Mundial.

O Fundo do Patrimônio Mundial, o Google Earth, e o Digital Globe lançou a Rede do Patrimônio Mundial na primavera passada. Fazem atualizações das imagens de satélite disponíveis on-line, 24 horas por dia, de modo que os olhos de especialistas em todo o mundo possam monitorar mudanças nas condições do solo em locais emblemáticos como Angkor Wat, Nínive, Pompéia e dezenas de outros.

“Estamos atualizando cerca de 600 sítios em uma base anual, capaz de ver mudanças em detalhes como as letras numa caixa de correio, graças as imagens digitais de satélite”, disse Morgan.

Encontrar problemas muitas vezes não necessita de tantos detalhes. O patrimônio mundial estima que cerca de 200, dos 500 sítios do patrimônio cultural no mundo em países em desenvolvimento, estão em perigo de se perder por ameaças como saques, conflitos, desastres ambientais, e urbanização. Alguns são difíceis de visitar, porque estão em áreas remotas ou localizados em áreas atormentadas por conflitos ou tráfico de drogas. E enquanto todos são oficialmente protegidos pelo Património Mundial, muitos são extremamente sem fundos e sem pessoal para realmente protegê-los.

“O orçamento pode ser de US$ 30.000 para o melhor sítio no Vietnã, que deveria ter uma equipe de 30 ou 40 pessoas para manutenção, incluindo conservadores, arquitetos e arqueólogos trabalhando para corrigir problemas. Mas muitos países simplesmente não têm os recursos humanos para fazer a conservação de pedra, engenharia estrutural, ou planejamento urbano. ”

O projeto está tornando estes peritos disponíveis, não importa em que lugar do mundo, através da construção de uma rede de pessoas interessadas em monitoramento de mudanças a estes lugares especiais, e troca de informações que podem ajudar a moldar os esforços para preservá-los.

Morgan disse que cerca de 800 arquitetos, arqueólogos, advogados e pessoas de conservação se inscreveram até agora, incluindo 80 coordenadores de diferente locais que se ofereceram para construir equipes para cada local. Banteay Chhmar, por exemplo, traz cambojanos como o grupo de turismo local, juntamente com outros especialistas em empresas de todo o mundo, como Amigos da Cultura Khmer e da Universidade de Heidelberg (Alemanha).

“Estamos realmente fazendo uma plataforma de conservação do património”, disse Morgan. Esta plataforma conta com tecnologia de ponta e de um conjunto de patrocinadores para ajudar a fazer a gestão de sítios antigos na moderna era da informação.

Em muitos destes sítios você pode visitar e conversar com os trabalhadores locais, mas a maioria não dispõe de mapas detalhados. A rede está trabalhando para resolver esse problema, implantando uma poderosa gama de tecnologia, incluindo unidades no local a partir de GPS Ashtech, ferramentas de mapeamento por satélite da Digital Globe e do Google Earth, software de análise de mudança de satélite patrocinado pela ITT, e programa do Environmental Systems Research Institute (ESRI) que ajuda a transformar dados geográficos em informações úteis para conservacionistas.

“Queremos que as pessoas na Nigéria ou Guatemala tenham o mesmo nível de tecnologia que teríamos nos Estados Unidos”, explicou Morgan, observando que a recepção das redes tem sido positiva nos países onde ele está trabalhando. “Nós estamos fazendo uma abordagem pró-ativa no lado do diretor do sítio e do Ministério da Cultura local. Eles são geralmente tem menos recursos e precisam de toda a ajuda que podem obter. ”

Essa ajuda é extremamente necessária porque a pressão está crescendo em sítios e muitas vezes pode ser percebido simplesmente ao olhar para imagens de satélite e constatar a degradação ambiental. A boa notícia é que a conservação de Sítios do Patrimônio Mundial é uma meta realmente atingível.

“Estes sítios não são assim tão grandes, muitas vezes tem apenas um quilômetro quadrado ou dois, então não é como tentar salvar a Amazônia”, disse Morgan. “E eles não custam muito dinheiro para manter. Nós não estamos falando de centenas de milhões de dólares. Eu sinto que se gastarmos meio milhão de dólares isto pode realmente fazer a diferença, e com o turismo sustentável muitas vezes há um fluxo de rendimentos para ser aplicado no local.”

“Nós temos a tecnologia para realmente salvar estes sítios e cuidar deles”, acrescentou. “É tudo factível, e é realmente apenas má gestão e falta de vontade que está causando os danos que estamos vendo.”

Quem não quer se jogar de um avião mas deseja voar pode experimentar o Indoor Sky Diving.

Perris Valley é considerado o centro do pará-quedismo norte-americano, desde o início do esporte de ação. O clima de deserto é favorável para o encontro de milhares de pará-quedistas do mundo todo, que ganham os ares a bordo do aviões disponíveis, alguns bem exóticos.

Mas a principal atração para o público em geral é o túnel de vento indoor skydiving com 32 metros de altura! Pessoas de todas as idades e níveis de habilidade experimentam este multimilionário,  túnel de vento vertical de última geração.

Neste túnel é possível desfrutar da sensação de queda livre, sem o avião! Não há necessidade de subir para 13.000 pés, os esportistas ficam flutuando sobre poderosas colunas de ar, que permitem se familiarizar com a arte de skydiving indoor em apenas alguns minutos. É original e muito divertido para toda a família.

O túnel de vento vertical também é ideal para jumpers de todos os níveis avançarem em suas habilidades no pára-quedismo. Perris Valley oferece programas especialmente desenhados para os alunos de pará-quedismo desde o curso de AFF (Acelerated Free Fall) até as competições de formação trabalho relativo no ar ao saltar de um avião.

Aqui estão algumas coisas importantes que você deve saber sobre pára-quedismo Skydive Perris indoor em:

• Operação Básica – O túnel de vento é um espaço pressurizado com dois compartimentos: a câmara, onde os ventos fluem, e a antecâmara, ou sala de espera. As típicas sessões de vôo são entre 1 e 2 minutos de duração. Eles recomendam uma sessão de quatro minutos por pessoa para uma experiência de vôo mais aprofundada. Pequenos grupos tipicamente dividem de 30 a 60 minutos.

• Segurança – Um instrutor certificado supervisiona cada grupo, como o vôo no túnel varia ligeiramente do pára-quedismo. O fluxo de ar é controlado manualmente para atender ao tamanho do corpo e da experiência do participante. Assim podem voar crianças a partir dos 3 anos de idade ou 1 metro de altura!

• Tempo de vôo – O número de sessões depende da aptidão, experiência, e assim por diante.

• Coaching – Um instrutor de pára-quedismo de Perris Vale fica disponível em todos os momentos para ajudar com técnicas adequadas de vôo e boa forma através de sinais de mão para assegurar que o participante maximize o seu tempo no nosso túnel de vento.

• Equipamentos – Cada passageiro é obrigado a usar um macacão, capacete, óculos e protetores de ouvido durante skydiving indoor.

Fotos e vídeo também estão disponíveis! Se você pode lidar com isso, também oferecemos sobrecarga sensorial, que inclui 2 minutos de tempo de túnel de vento e um skydive tandem em um único dia!Contacte-nos para saber mais sobre esse e outros recursos em Skydive Perris, Skypark da Califórnia!

Viajando de carro elétrico

A expedição vai percorrer 30 mil km através de 15 nações nas 3 Américas, com um Fiat Palio weekend 100% elétrico.

Partindo de Los Angeles, Califórnia, eles cruzam o México, Guatemala, Honduras, El Salvador, Nicarágua, Costa Rica, Panamá, Colômbia, Equador, Peru, Chile, Argentina, Uruguai.

A chegada ocorrerá na hidrelétrica de Itaipú, em Foz do Iguaçu, Brasil.

A passagem da expedição por Antigua Guatemala.
O trailer de apoio, Mia, não está aguentando bem os trechos deteriorados de estrada.
Antigua Guatemala. Abril de 2011.
Frutas diversas e um artesanado rico em cores e detalhes.
Transporte coletivo em Antigua Guatemala.
Mirador en el Cierro de la Cruz.
Dezenas de lindas araras dão as boas-vindas, logo na entrada do sítio arqueológico de Copan.
Uma das piramides de Copan.
É um impressionante registro de arte pré-colombiana com uma impactante riqueza de detalhes.
Chegando ao 5º país da expedição.
Eis a árvore de bálsamo, endêmica de El Salvador.
O trabalhador escala a árvore para provocar uma queimadura no tronco da árvore por onde se extrai o bálsamo. Depois o buraco é selado com pano.
A expedição viaja a 60 km por hora. Nos trechos com o asfalto preservado, elevam a velocidade média para 80 km/h.
A equipe completa.

Blog da Expedição: zero-emission-photos.blogspot.com

A aventura humana no espaço teve início 50 anos atrás

A Terra é azul

No dia 12 de abril de 1961 começava a era dos vôos espaciais humanos quando o soviético Yuri Alekseyevich Gagarin (1934-1968) se tornou o primeiro homem a ir ao espaço. Gagarin viu algo que nenhuma outra pessoa na história havia observado antes: a própria Terra. “A Terra é azul”, foi a frase histórica de Gagarin, quando se encontrava a uma altitude de 300 quilômetros.

Durante o vôo, Gagarin não pode operar os controles de sua nave porque o ambiente de microgravidade só havia sido testado em animais, e os técnicos não sabiam seus efeitos sobre o homem. A missão foi inteiramente controlada pelo centro de controle em terra – a única coisa que Gagarin tinha ao seu dispor era um “botão de pânico” em caso de alguma emergência.

Corrida espacial

No início de 1961, o astronauta norte-americano Alan Shepard vinha treinando para um voo sub-orbital em um foguete Mercury-Redstone, previsto para decolar em maio daquele ano. Os soviéticos não estavam cientes da data do lançamento, mas Sergei Korolev, o cientista-chefe do programa espacial soviético, temia que os Estados Unidos saíssem na frente e pressionou para que o lançamento se desse o quanto antes. Na manhã de 12 de abril de 1961, Gagarin, de 27 anos, aguardava para ser lançado ao espaço do alto de uma plataforma de 30 metros na região de Tyuratam, no Cazaquistão, hoje conhecida como o Cosmódromo de Baikonur. Quando o foguete decolou, às 9h07 do horário local, Gagarin teria dito  “‘Poyekhali” ou “Lá vamos nós”.

Com 1,57 metro de altura, Gagarin estava em melhores condições do que muitos para tolerar o aperto de sua cápsula espacial.

Ele se alimentava apertando tubos contendo alimentos líquidos e mantinha os controladores de sua missão a par de seu paradeiro por meio de um rádio de alta frequência e de uma chave de telégrafo.

Fim da missão

Nos 108 minutos entre o lançamento e seu retorno à superfície, a nave Vostok 1 pôs o cosmonauta no espaço e imediatamente na história. Quatro anos antes a então União Soviética havia lançado o primeiro satélite, o Sputnik. Depois, o primeiro animal, a cadela Laika. Com o primeiro homem, a corrida espacial parecia ganha logo após ter começado, restando aos Estados Unidos ambicionar chegar primeiro à Lua, o que conseguiram em 1969. Mas em abril de 1961 a notícia era Gagarin, uma celebridade internacional instantânea. O próprio sucesso da missão, para desilusão do primeiro astronauta terrestre, marcou também o fim de sua carreira no espaço: em uma época em que heróis e propaganda política eram elementos essenciais para um governo ditatorial, arriscar a vida de Gagarin em outro voo espacial seria impensável. Ele teve que se contentar com os aviões MIG, dentro de um dos quais morreu, com apenas 34 anos de idade, depois de passar boa parte dos sete anos desde o seu feito histórico em viagens pelo mundo como herói do regime soviético.

Quase insucesso

Só mais tarde veio à tona o fato de que a missão por pouco não foi um desastre. Cabos que ligavam a cápsula da nave espacial ao módulo de serviço não conseguiram se separar antes do reingresso de Gagarin na órbita terrestre. Por isso, a cápsula de Gagarin acabou sobrecarregada por um módulo extra ao reingressar na atmosfera da Tera. As temperaturas dentro da cápsula se tornaram perigosamente elevadas, e Gagarin por pouco não perdeu a consciência, após a cabine ter girado violentamente. “Eu estava dentro de uma nuvem de fogo, me dirigindo para a Terra,” o cosmonauta depois recordou. Foram precisos dez minutos para que os cabos finalmente se soltassem e que o módulo de descida, contendo o passageiro, se libertasse. Gagarin saltou de pára-quedas antes de sua cápsula atingir o solo, pousando perto do rio Volga.

Astronauta operário

A imagem do sorridente cosmonauta virou propaganda máxima de um país e um regime que lutava para vencer a pobreza ao mesmo tempo em que disputava a liderança política mundial com os Estados Unidos. Yuri Gagarin foi um dos 20 cosmonautas selecionados para o programa espacial soviético, em 1960. A lista de 20 aspirantes foi finalmente reduzida para dois: Gagarin e o piloto de teste German Titov. Alguns acreditam que a origem humilde de Gagarin contribuiu para que ele fosse o escolhido. Enquanto Titov teve uma criação de classe média, Gagarin era filho de operários. Os líderes soviéticos podem ter encarado isso como uma demonstração de que, sob o comunismo, até mesmo os representantes de famílias mais humildes poderiam ser bem-sucedidos. Mas outros defendem que o desempenho do cosmonauta durante o processo de seleção foi um fator muito mais importante. Poucos se lembram de Alan Shepard ou Scott Glenn, que subiram ao espaço em seguida, mas Gagarin foi tão popular a ponto de o nome Yuri ser preferido para batizar legiões de meninos pelo mundo nos anos seguintes, inclusive no Brasil. Gzhatsk, a cidade em que ele passou boa parte de sua infância, foi até mesmo rebatizada como Gagarin.

Gagarin no Brasil

Gagarin esteve no Brasil no mesmo ano de sua viagem espacial, no fim de julho e início de agosto, quando foi recebido por multidões em Brasília, no Rio de Janeiro e em São Paulo. Na época, não havia relações diplomáticas entre o Brasil e a União Soviética, o que não impediu que ele fosse saudado como herói. O filho de fazendeiros recebeu do então presidente Jânio Quadros a Ordem do Cruzeiro do Sul, concedido a personalidades estrangeiras.

Fonte: Inovação Tecnológica

30 mil km através de 15 nações nas 3 Américas, com um carro brasileiro 100% elétrico

O conhecido aventureiro Paulo Rollo, protagonista de diversas viagens com carros por diversos continentes, se lança em aventura ecológica. A bordo do primeiro carro 100% elétrico, e com mais 3 companheiros, sendo 2 cineastas e uma fotógrafa, estão cruzando as Américas em direção a Itaipu, no Paraná.

Numa iniciativa inédita, um Fiat Palio Weekend elétrico, produzido no Brasil, percorrerá mais de 25 mil km através das 3 Américas, cruzando 15 países em 120 dias.

O projeto “Zero Emissão” largará de Los Angeles, na Califórnia, no próximo sábado, dia 9 de abril. A equipe é composta por quatro profissionais brasileiros das áreas de fotografia, jornalismo e cinematografia. O principal objetivo do grupo é estabelecer o recorde para o percurso de 25 mil quilômetros, a ser realizado com um carro brasileiro de passeio 100% elétrico, através das três Américas. O veículo escolhido é um Fiat Palio Weekend elétrico, produzido pela Fiat em parceria com a Itaipu binacional e adaptado para receber motorização elétrica. Além do recorde, o time brasileiro também produzirá um documentário do projeto, que incluirá um apanhado cultural e geográfico dos povos encontrados pelo percurso, aferindo também as condições da rota Panamericana – a rodovia que interliga as Américas do Norte, Central e a do Sul.

Utilizar um veículo 100% elétrico foi ideia do jornalista Paulo Rollo, diretor do projeto. Após meses buscando pela Europa, Estados Unidos, Japão e Índia, Paulo acabou por descobrir uma solução “doméstica”: numa iniciativa pioneira, Itaipu binacional se associou à empresa de energia suiça KWO, assumindo juntos o desafio de produzir um carro elétrico no Brasil. Convidaram então a Fiat e o projeto se iniciou. Itaipu, junto com o PTI (parque tecnológico de itaipu), são referencias e berço de projetos inovadores de tecnologia para o Brasil. O Palio elétrico é um destes frutos.

Lançado o desafio, Itaipu aceitou participar do projeto cedendo um Palio Weekend elétrico para a longa viagem. Informações completas sobre o veículo elétrico desenvolvido por Itaipu e Fiat estão disponíveis em http://www2.itaipu.gov.br/ve/.

No percurso pelos 15 países o Fiat Palio Weekend elétrico enfrentará uma enorme diversidade geográfica e climática. A mais desafiadora será, certamente, a variedade de pisos sobre os quais terá que rodar: de asfalto perfeito a pavimentos extremamente precários, passando por terra, cascalho e até sobre gelo e neve. Simultaneamente, terá que encarar altitudes desde o nível do mar até os cinco mil metros, na Cordilheira dos Andes. A variação de temperatura será de impressionantes 60º C: desde os 15ºC negativos da Patagônia até os 45ºC da zona equatorial.

Em nome da maior autonomia, o Palio elétrico foi desprovido de tudo o que consome energia não vital para o seu funcionamento. “Não teremos ar-condicionado, direção hidráulica, som ou vidros elétricos. Estamos em um projeto que tem um objetivo importante, que é provar a capacidade desta tecnologia, que pode ser tão importante para todos nós em um futuro muito próximo. Então, temos que fazer pequenos sacrifícios em nome de atingir este objetivo”, diz o jornalista que chefia o projeto.

Recarregando as baterias

Itaipu e Fiat buscaram uma solução alinhada com a sustentabilidade. Para o Palio elétrico, empregaram a suíça Zebra – sigla de zero emission battery research activity, ou algo como pesquisa da bateria de emissão zero. Utilizando íons de sal, ela é 100% reciclável e mais “verde” do que as de lítio. Atualmente, todos os veículos elétricos enfrentam um problema comum, que é o tempo de recarga das baterias. A maioria dos fabricantes utiliza atualmente acumuladores de lítio, difíceis de reciclar e que oferecem até riscos de explosão. No caso da bateria do Palio Weekend Elétrico, totalmente reciclável, o equipamento demanda 8 horas para uma recarga completa e a autonomia é de pouco mais de 100 km.

Este detalhe não intimidou os viajantes. Apesar da grandeza do desafio de rodar 100 km e parar por 8 horas até poder rodar outros 100, este entrave acabou motivando todos do grupo. “Ninguém fez isto antes”, comenta Jeanne Look, fotógrafa do projeto. “Seremos os primeiros a percorrer uma distância tão grande com um carro de passeio e equipado com o que todos torcemos venha a ser o embrião do futuro automóvel sustentável. Para nós, é um desafio e até uma honra buscar este recorde.”

A escolha dos veículos

A adoção de um carro de passeio 100% elétrico acabou por demandar um veículo de apoio à expedição, cujas principais funções serão servir de casa para a equipe e, ainda, recarregar as baterias do Palio quando este ficar sem energia em zonas remotas, fato que certamente ocorrerá inúmeras vezes. A equipe optou por um motorhome, que está equipado com um gerador a gás natural e 9 painéis solares.

Além do motorhome, a equipe brasileira também contará com um pequeno trailer, cuja missão principal será transportar o equipamento de filmagem profissional. “Ele precisava ser leve e adequado à tarefa, já que nele vamos levar meia tonelada de equipamentos. O trailer também vai servir de cozinha e depósito”, ressalta Valdec Ferreira, especialista que dirigirá o documentário da expedição. O modelo escolhido pela equipe é o Firestorm, de 12 pés, também norte-americano. “Como a expedição deve durar quatro meses, teremos que guardar nele coisas como roupas para diversos climas, estoque de alimentos e medicamentos para situações imprevistas, e até um estoque de ferramentas para o caso atolamento ou problemas mecânicos tanto nos veículos de apoio quanto no Palio elétrico que estaremos testando”, completa Valdec.

Os países incluídos no percurso serão os EUA, México, Guatemala, El Salvador, Honduras, Nicarágua, Costa Rica, Panamá, Colômbia, Equador, Peru, Chile, Argentina, Paraguai e Brasil.

Para que a expedição pudesse, de fato, ostentar o nome “Zero Emissão”, a WayCarbon se uniu ao projeto. Consultora do segmento ambiental, sua meta é montar um minucioso inventário de todo o impacto climático que a viagem gerará, neutralizando todas as emissões de GEE (gases de efeito estufa) através do plantio de árvores. Conheça seus projetos em www.waycarbon.com

A Plascar, outra parceira da expedição, forneceu para o Palio elétrico parachoques dianteiro e traseiro desenvolvidos e produzidos com materiais 100% recicláveis, com incorporação de até 20% de fibras naturais obtidas junto a cooperativas de trabalhadores rurais, que substituem a aplicação de materiais de origem petroquímica (fontes não-renováveis). Conheça a empresa em www.plascar.com.br

Blog do projeto: http://zero-emission-photos.blogspot.com/


Cristais do Sol podem ter ajudado marinheiros Vikings em dias nublados.

Lenda Vikings contam de uma pedra do sol brilhante que quando erguida para o céu revelava a posição do Sol, mesmo em dias nublados.  A lenda não é novidade, mas agora cientistas afirmam que a mágica das pedras se devia a serem estas cristais polarizados, como a pedra Iolita, nome derivado de duas palavras gregas que significam roxo e pedra. Outros nomes da pedra são Cordierita e Dicroita.

Os Vikings navegavam da Escandinávia por todas as águas do norte, tendo inclusive chegado as Américas. Como em algumas regiões do norte as luzes do dia são perpétuas, eles não poderiam ter usado estrelas para navegar e não havia ainda as bússolas magnéticas. Assim a solução foi usar a pedra, como narrado em algumas Sagas, inclusive a do herói Sigurd, que usava a  sólarsteinn, ou pedra do sol.

A Saga descreve como durante dias nublados e nevascas o rei Olaf consultava  Sigurd para dizer a localização do Sol. Para checar a resposta de Sigurd, Olaf pegou uma Pedra do Sol e olhou para o sol identificando de onde vinha a luz do Sol invisível. Em 1967, Thorkild Ramskou, um arqueólogo dinamarquês identificou a pedra.

A luz consiste de ondas eletromagnéticas que oscilam perpendicularmente a direção da luz. Quando todas as oscilações apontam para a mesma direção a luz é polarizada. Um cristal polarizado permite que somente luz polarizada passe através dele, e pode parecer brilhante ou escuro, dependendo de como ele é orientado em relação a luz.

Assim ao olhar para a pedra polarizada, girando nas mãos e vendo como a luz mudava dependendo do ângulo da pedra, os Vikings podiam deduzir onde estava o sol atrás de nuvens, nevoeiro e até mesmo abaixo da linha do horizonte. Através de vários testes feitos com voluntários, descobriu-se que o comportamento da luz no cristal é mesma em tempo ruim ou em dia claro. Sean McGrail, que estuda antigas técnicas de navegação na University of Oxford, UK (a mesma que apoia a expedição Phoenicia), diz que não existe evidência real do uso das pedras do Sol pelos Vikings e que as pessoas já atravessavam oceanos mesmo sem estas pedras, bússolas, ou outros instrumentos de navegação.

Registros escritos dizem que Vikings e marinheiros medievais atravessavam o Atlântico Norte usando a posição do Sol em dias claros, em conjunto com posição do litoral, de padrões de vôos de aves migratórias, rotas de migração de baleias, e nuvens sobre ilhas distantes, diz Christian Keller, especialista em arqueologia do Atlântico Norte da  Universidade de Oslo. Ele diz esta aberto para esta idéia mas que falta encontrar um naufrágio Viking com cristais a bordo.

Antiga âncora viking.

Lente Polarizada.

Os Vikings teriam usado pedras de Iolita bem finas, olhando através delas como lentes polarizadas. O efeito é chamado de extremo pleocroísmo, ou absorção seletiva. Assim a pedra Iolita mostra diferentes cores em diferentes direção. Uma pedra cortada como um cubo, ou lente, apresentaria cor azul violeta de um lado, clara como água do outro, e amarelo mel no topo, o que a deu o apelido de safira da água no passado.

Do lado místico, dizem que a a Iolita estimula a liderança, o poder, a força interior, a autoconfiança e habilidade na execução das tarefas materiais. Ela foi encontrada pelos vikings na Noruega e Groenlândia, mas também existe na Índia, Siri Lanka, Moçambique, Zimbabue e aqui no Brasil.

“Vida Nômade: Liberdade, Desapego e Aventura”

Robison Portioli

Viajar pelo mundo é o sonho de muitas pessoas, porém, poucas são aquelas que realmente lutam para realizá-lo.

Travessia de rio

Robison Portioli é um aventureiro que conseguiu realizar o sonho de muitos motociclistas: viajar de moto pela América do Sul. Aos 23 anos, passou 150 dias em cima da moto e percorreu 25mil quilômetros por seis países até chegar à Curitiba. Ponto de partida da sua primeira viagem.

Travessia de Foz

Abrir mão de uma vida estável é um medo constante na vida de todos, mas a família Portioli resolveu deixar para trás a estabilidade para viver intensamente os momentos do presente. Robison começou a viajar cedo. Aos nove anos seus pais resolveram comprar um motorhome- o Canela – nome inspirado na expressão “Sebo nas Canelas”- e viajar pelo Brasil. O ônibus-casa levou Robison(9), suas irmãs July(7) e Kelly(2) e seus pais Marcos e Liliane para uma aventura pelos estados brasileiros que durou quase três anos. Nesse período, as crianças cresceram aprendendo os verdadeiros valores da vida ao conviver com inúmeras culturas, raças e condições sociais.

Vulcão Cotopaxi Equador

“Aqueles anos foram responsáveis por muito, mas muito do que somos. Minha família embarcou em uma jornada rumo a uma nova maneira de viver e essa escolha nos transformou” afirma Robison.

Praias Brasil

Sem falar na imensa variedade de paisagens naturais e lugares históricos, uma preferência do itinerário daquela expedição. Por estarem fora da escola, Liliane e Marcos compravam os livros didáticos e eles mesmos ensinavam as crianças, focando a educação não só nas ciências, mas principalmente no incentivo à realização dos sonhos.

Piauí

“Era  fácil estudar o descobrimento do Brasil em Porto Seguro – BA, ou a inconfidência mineira no próprio estado. Visitamos vários engenhos de cana de açúcar no nordeste e museus de todo tipo. Para estudar geografia e história do Brasil, era só olhar pela janela ou ir com nossa casa para os lugares onde os fatos aconteceram.”

Los Medanos de Coro - Venezuela

Viajar passou a ser rotina para esta família. Conheceram boa parte do Brasil, mas a paixão de todos foi a ensolarada região nordeste. A cidade escolhida para desligar os motores do Canela foi João Pessoa, na Paraíba, onde o casal começou um négócio de artesanato e os pequenos viajantes voltaram a frequentar a escola tradicional.

Imprudencia de motoristas

Não demorou muito para voltarem às estradas, desta vez Marcos e Liliane resolveram ir sem as crianças e de moto. Saíram de João Pessoa, passaram no Rio de Janeiro, depois Mato Grosso do Sul, por fim o Acre e de volta à Paraíba, totalizando 14 mil quilômetros rodados. A aventura contagiou todos da família que agora, além de viajar, queriam viajar sobre duas rodas.

Familia Portioli e o Canela

Passados alguns anos de moradia fixa na Paraíba, o Canela voltou para a estrada rumo ao centro-oeste do Brasil e foi do Mato Grosso do Sul que Robison partiu para sua a primeira viagem de moto: 1000 quilômetros até Curitiba. Desde então, não parou mais.

Estrada SP

Formou-se Técnico em Mecatrônica e trabalhou duro na capital Paranaense, mas a Paraíba era mesmo sua paixão. Aos 21 e com July (irmã) na garupa fez a viagem de volta para João Pessoa, cruzando quatro regiões do Brasil, em 12 dias e mais 5 mil quilometros. “Passamos por dentro da Serra da Canastra – MG, um dos lugares mais lindos que já conheci, por trechos que de carro seria impossível” completa o aventureiro.

Delta do Parnaíba - PI

Ao ser questionado sobre o risco dessas viagens, Robison tem uma resposta na ponta da língua:  “Cresci na estrada viajando com meus pais e eles me mostraram que o medo, frequentemente, é um monstro apenas imaginário. Viajo com responsabilidade, planejamento e principalmente seguindo a intuição. Os riscos existem, é verdade, mas eles estão em todo lugar, não só nas estradas. Decidir engavetar sonhos intimidado por eles? Não foi isso que eu aprendi.”

Cordilheira dos Andes

A viagem pela América do Sul estava nos planos há algum tempo, mas outra importante lição aprendida na estrada era sobre a paciência de esperar o momento certo. Então, Robison ficou na Paraíba por mais um tempo, trabalhou, estudou, mas jamais esqueceu esse sonho.

Caribe Venezuelano

Aos 23 anos, finalmente encontrou o momento adequado, e não hesitou em vender o que tinha, deixar a faculdade e viajar. No roteiro não estavam apenas as estradas do Brasil. Desta vez queria também conhecer outros países da América do Sul. Preparou um pequeno projeto chamado “Rumo a um mundo novo”, cuja ideia era aprender sobre a realizade do mundo, entende-lo e prepara-se para melhora-lo.

Com sua moto “alada”, voou pelo nordeste e norte do Brasil, descobrindo as belezas naturais das praias e da floresta amazônica. Estava equipado com barraca e saco de dormir, e precisava contar com ajuda das pessoas para que viajasse de forma econômica, usufruindo da hospitalidade e generosidade do povo brasileiro.

Alto da Cordilheira - Venezuela

Eu dizia: “Estou viajando porque quero mudar o mundo para melhor” e as pessoas me acolhiam sem medo, brilhando os olhos ao reviverem uma esperaça comum à nossa gente; a de que os jovens são chave para um futuro melhor.

Depois cruzou a primeira fronteira e entrou em um país instável, inseguro e cujo idioma mal conhecia: a Venezuela.

“Na primeira barreira do exército um dos soldados me perguntou: ‘Você carrega alguma arma?’ E quando eu disse que não, todos riram. Não entendi na hora, mas realmente fiquei nervoso quando o soldado novamente questionou: ‘E como você pretende cruzar esse país sem uma arma?’” Robison afirma que, apesar da insegurança aparente, não teve problema algum naquele país, mas viajava realmente atento.

Deixou a Vezuela e na Colômbia conheceu as fazendas produtoras do melhor café do mundo. Lá, apaixonou-se pela cordilheira dos Andes e acampou várias vezes nas montanhas.

Visitou o Equador e as praias do oceano Pacífico, além de muitos vulcões.

“Eu tentei chegar a um abrigo no alto de um vulcão, mas minha moto não deu conta e aos 5800 metros de altura em relação ao nível do mar, ela parou e eu tive que voltar.”

Continuou sua rota e teve dificuldades com o frio e vento dos desertos Peruanos, mas ao conhecer a cidade sagrada dos Incas, Machu Piccio, disse que todos os esforços valeram a pena. “Aquele lugar é especial. A imponência das montanhas tem uma força mágica contagiante que nos leva a uma profunda introspecção”.

Já na reta final, depois de mais de 20mil quilômetros, visitou o lago Titicaca e atravessou a Bolívia no caminho de volta à cidade natal, mas conta que antes de cruzar a fronteira com o Brasil, enfrentou o trajeto de maior dificuldade de toda viagem.

“O trecho de Santa Cruz de la Sierra (Bolívia) e Corumbá (Brasil) é muito conhecido entre os motociclistas e a fama de ser um pedaço realmente difícil e perigoso não é de agora. Eu sabia disso, mas aquele era o caminho mais curto e eu já não queria ficar mais tempo longe do meu país.” Robison chegou à Curitiba em novembro de 2009, completando 150 dias de viagem, 25mil quilômetros e milhões de histórias de aventuras.

Serra do Tepequem - RR

Em setembro de 2010 fez o lançamento de uma edição independente de seu primeiro livro: “Vida Nômade: Liberdade, Desapego e Aventura” onde estão descritas as aventuras desde os tempos de viagens em família de motorhome até sua última grande e solitária viagem de moto pela América do Sul.

Sobre Robison Portioli
Robison Portioli, nascido em 30 de novembro de 1985 é natural de Curitiba (Paraná), mas considera-se paraibano de coração.
Viveu sua infância tendo um motorhome como casa e, como rotina, constantes viagens pelos estados brasileiros. Dessa forma conheceu as diversas realidades existentes no país.
Aventureiro por natureza, buscava sempre novos rumos, novas possibilidades. Quando fez 18 anos, não hesitou em abrir suas próprias asas e viajar sozinho. Sempre muito otimista, nunca mediu esforços para realizar seus planos e dessa maneira, desperta nos outros a percepção de que todos os sonhos podem ser alcançados.
Aos 23 anos decidiu partir rumo à realização de um sonho antigo, comum a muitos motociclistas: viajar de moto pela América do Sul. Esta viagem rendeu muitos quilômetros de conhecimentos e inúmeras histórias para contar.
Agora, com 24 anos, lança o livro “Vida Nômade – Liberdade, Desapego e Aventura” onde narra as viagens realizadas ao longo de todos esses anos.

Serviço:
Livro “Vida Nômade – Liberdade, Desapego e Aventura”
http://www.vidanomade.com
Informações/contato: robisonportioli@gmail.com

Challenging Your Dreams

Quem conhece Grace Downey e Robert Ager, sabe que esses dois colocam seus sonhos em prática.


Anos atrás, pegaram um carro Land Rover e sairam para viajar e essa viagem, não foi menos que uma pequena volta ao mundo,   “Aventura pelo mundo” que aconteceu de Janeiro de 2002 a Agosto de 2005. Essa maravilhosa história eles contam no livro “Challenging Your Dreams – Uma Aventura Pelo Mundo”, a história da incrível jornada, de mais de 168.000 quilômetros ao redor do globo.


Mas como esses dois não param, estão realizando o projeto “Brasil por Terra” e passaram recentemente por Pipa, Genipabu e Maracajaú.


Detalhes das viagens e experiência de casal aventureiro pode ser visto no site http://challengingyourdreams.com/


Plastiki, o barco de garrafas plásticas de David de Rothschild chega em Sydney – Completa a viagem!

Após velejar mais de 8.000 milhas náuticas e gastos 128 dias cruzando o Pacífico em um barco feito de 12.500 garrafas de plástico PET, o Plastik Expedição e sua tripulação chegou com segurança e sucesso no destino planejadoem Sydney, em meio a aplausos de boas-vindas e apoio.


Apesar dos desafios do design inicial (de Rothschild insistiu que as garrafas poderiam ser proeminentemente no barco em sua forma original) em relatórios no domingo de que o Plastiki enviou um pedido de assistência a 200 milhas náuticas  da Austrália, o grupo insiste que nunca foi em grave perigo.

O barco sem motor solicitou uma escolta, pois os ventos não eram fortes o suficiente para que  progredisse. Mesmo assim, foi sem  dramas no “alto no alto mar”, diz Rothschild, e considerando que mesmo a tripulação do Plastiki admite a
“A natureza imprevisível das capacidades de navegação do Plastiki” – o barco pode  faz jibe (camba a vela) e nunca o tack (virar de bordo), e é extremamente difícil de navegar – nós estamos muito impressionado.

A inspiração veio da Expedição Kon-tiki de 1947 de Thor Heyerdal’s , a tripualção do Plastiki’ inclui  David de Rothschild, o skipper Jo Royle, e Olav Heyerdahl, neto de Thor.Maiores informações: http://edition.cnn.com/SPECIALS/plastiki/.

Aventura e Triathlon

segunda etapa Troféu Brasil de Triathlon

Quando fui convidado pelo Yuri e a Vera para escrever sobre triathlon no site fiquei entusiamado.

Não só por ter a oportunidade de compartilhar experiências sobre uma das minha paixões, mas também por fazer parte de um grupo seleto de aventureiros, que tem agora um ponto de encontro certo no meio do mar da internet.

É uma responsabilidade gigantesca publicar minhas impressões por aqui. O casal Sanada tem vários livros publicados, alguns deles tenho em casa com dedicatórias memoráveis, e conheço bem o rigor com que selecionam seus parceiros de trabalho e seus amigos.

Espero não decepcionar. Vai ser divertido, e a partir dessa semana irei colocar minhas impressões sobre esse esporte mais que completo, que é a união des três modalidades de esportes:  natação, ciclismo e corrida.

Fique conectado e nos vemos em breve

Marcos Vilas Bôas